sexta-feira, 28 de agosto de 2009

VALOR DA PRECE

UNIDADE:DEUS
TEMA BÁSICO: VALOR DA PRECE
FAIXA ETÁRIA: 8 a 12 ANOS

OBJETIVO: Identificar na prece uma forma de comunicação com Deus e com os Protetores Espirituais, assim como recurso para fortalecimento das criaturas.

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA:
Apresentar um rádio.Pedir que um participante demonstre o funcionamento do aparelho. Procurar saber quem tem o hábito de ouvir rádio e o que mais gostam de ouvir(música, reportagem, esporte.. .).

ATIVIDADE REFLEXIVA:

Propor que imaginem um locutor dando as seguintes notícias no rádio:

-O time de futebol venceu o campeonato(é o time pelo qual vc torce).
- Uma cidente de ônibus deixou muitos feridos.
- Ratazanas e mosquitos estão invadindo o bairro...(nomear o bairro local).
- O final de semana será de sol e poucas nuvens.

A cada uma das notícias avaliar como se sentem. Após, comparar o funcionamento do rádio com o pensamento que, igualmente, pode sintonizar em diversas faixas: de felicidade,de raiva, de harmonia,de amor ou tristeza. Refletir sobre as consequências dessas sintonias.

Pedir que o grupo imagine a sua mente como um rádio e diga como fazer para sintonizar na "faixa de Deus".Ouvir o grupo. Identificar a prece como a forma de estabelecer a sintonia com Deus. É um momento muito especial, e não é necessário dizer muitas palavras, mas ter um sentimento de amor a Deus.

Narrar: A RESPOSTA DE DEUS

Fig.1- Há muito tempo atrás, em uma época em que não existiam os transportes modernos que conhecemos , um vendedor percorria as regiões com sua mula, para levar os seus produtos às cidades. Antes de cada viagem pedia a proteção de Deus, para que nada de mal viesse acontecer com ele.
Um dia, recebeu uma encomenda para uma região que não conhecia muito bem. Arrumou um mapa da região, as provisões necessárias e, confiante como sempre, orou rogando que Deus guiasse os seus passos.

Fig.2- Já tinha percorrido boa parte do caminho quando, de repente,a mula empinou assustada! Era uma cobra! Resolvido o problema da cobra, o homem tentou voltar à estrada principal, mas a mula não se movia de jeito nenhum.Empacou! O homem puxou mais e mais até que...

Fig.3- ...escorregou e caiu bem em cima de um monte de lama.
-Acho que Deus hoje não ouviu a minha prece!
De onde caiu, ouviu águas de uma cascata, mais no interior da mata, e decidiu lavar-se.
Mal chegou ao local, escutou alguém gritando:
-Socorro! Alguém me ajude!
Procurou e viu que o pedido de ajuda vinha de um rapaz que estava preso em um buraco fundo, ocultado pela vegetação. Talvez uma armadilha para caçar um animal da mata.

Fig.4- Imediatamente tomou providências para tirá-lo dali. Depois comentou:
-Você teve muita sorte! Esse local parece deserto e pelo visto ninguém costuma vir muito por aqui!
O rapaz sorriu e respondeu:
-Sorte?! Creio que não! Quando vi que me encontrava preso, pedi ajuda a Deus pela prece. E completou:
-Você é a resposta de Deus!

Avaliar a compreensão da história através de perguntas tais como:

- O que o vendedor pediu em sua oração?
- O pedido foi atendido? Como?
- Era a resposta que ele esperava?
- A prece do rapaz que estava preso no buraco foi atendida?l

Concluir que, a exemplo do que foi visto na história, pede-se coisas a Deus mas, muitas vezes, a resposta não éa desejada, porque só Deus sabe oque é melhor para nós. Verifacar se conhecemsituaçõ es semelhantes.

Propor ao grupo a seguinte situação: Se fosse dado a vc a oportunidade de atender as preces das pessoas,qual seria a sua decisão desses casos?(analisar as possíveis consequencias de se atender essas preces).
- Um estudante de medicina pede para tirar boas notas na prova sem ter estudado.
- D.Laudelina é lavadeira e pede que não chova nenhum dia doano.
- Um ladrão pede ajuda Divina para poder roubar as pessoas e nãoser capturado.
- Dois times de futebol oram pedindo aDeus para vencerem o campeonato.

Concluir identificando a prece como a forma de conversar com Deus, que nos responde conforme nossa necessidade real, sempre para o nosso bem, mas nem sempre como queremos.

ATIVIDADE CRIATIVA:

Dividiros participantes em subgrupos, colocando à disposição de cada um lápis de cor e lápis-cera, uma folha de papel pardo, com a cópia da figura do anexo 1 colada no centro, explicando ser a imagem da Terra, a nossa casa. A tarefa será pensar o que pediriam a Deus para o nosso mundo e traduzirem essa prece em desenhos e/ou palavras, no papel pardo.

Estimular os participantes para que falem sobre seus pedidos. Fazer um mural com os trabalhos.

HARMONIZAÇÃO FINAL/PRECE
Relaxamento. Imaginar o nosso planeta envolvido por uma luz dourada...é a resposta de Deus para asua prece pelo nosso mundo...Essa luz vai acalmar os que sofrem os efeitos das guerras mas amam a paz... é a sintonia do amor...

Fonte: Educação do Ser Integral-LFC

RESPEITO AO PRÓXIMO E A PROPRIEDADE ALHEIA

O macaco pichador

Algo de estranho estava acontecendo na floresta. O João de barro acabou de construir sua casa. E ao acordar de manhã ele leva um susto! – o que é isso? Quem foi capaz de fazer uma maldade dessas? Chamou toda família para mostrar. A parede de fora de sua casa estava toda suja e rabiscada. Uma grande pichação!
As abelhas estavam trabalhando, visitando várias flores para produzir seu mel. Quando voltam para casa, elas não acreditaram no que viram. Sua colméia tinha sido jogada no chão. E alguém comeu todo seu estoque de mel e sua geléia. Quem será que está fazendo isso? Pôxa vida!
Na caverna do urso foram encontradas muitas cascas de bananas pelo chão. Alguém comeu as bananas e se esqueceu do lixo. Opa! Será que é uma pista? Qual animal gosta de comer bananas? É talvez, seja o um macaco.
Os animais então fizeram uma reunião e resolveram contratar um detetive para investigar o caso. O louva a deus. Ele propôs ficar vigiando a redondeza e pegar o infrator no pulo. Ao anoitecer o louva a deus viu um macaco despistando e se afastando do grupo que dormia. O louva a deus ficou de olho nele. Será que é esse macaco? Pensou.
O macaco então se aproximou do macaco vizinho, e sem que ninguém percebesse, vupt! Cortou o cipó. Único meio de transporte do colega que estava dormindo e ia trabalhar no outro dia bem cedo. Pouco tempo depois já estava juntando pedras para jogar no ninho do canarinho. E já ia jogar quando o detetive louva a deus chegou e deu uma bronca nele.
- Não faça isso? O sr canário trabalhou muito para construir esse ninho para proteger os ovinhos que chegaram e é lá que os filhotinhos vão crescer. Toda ação nossa casa carregando no bico o material necessário? E você, o que fez? Pichou a casa dele toda. As abelhas coitadas trabalham até de madrugada e como vão descansar? Alguém destruiu a casa delas. E não é só isso não? Quando amanhecer você pode observar que a tartaruga estará carregando sobre seu casco gravetos e madeiras em direção ao rio, pois alguém lançou pedras e destruiu a barragem que os animais usam para atravessar o rio.
O macaco escutava e olhava a tudo atento, pois tinha sido descoberto e temia ser castigado. O louva a deus prosseguiu: se uma pessoa destrói a casa do outro como poderá um dia ter uma? Se corta o cipó do outro como poderá ter seu próprio transporte? Você acha justo roubar o alimento dos outros? Que trabalhou tanto para conseguí – lo? Como você pode ser respeitado se não respeita os outros?
Enquanto o louva a deus falava o macaco pulou apressado para um galho e começou a juntar e espremer morangos, fazendo uma espécie de tinta. Chateado o detetive entrou em sua casa e foi dormir. A conversa não tinha adiantado nada. Pois o macaco estava se preparando para pichar novamente.
Na manhã seguinte os animais tiveram uma surpresa. A tinta que o macaco estava fazendo a noite anterior era para pintar a casa do João de barro. A mesma que ele tinha pichado. E ajudou a reconstruir tudo que havia destruído. E quer saber a verdade? Ele sentiu mais prazer em ajudar do que estragar. Hoje a floresta está mais bonita. As casas estão ficando mais coloridas, pois o macaco criou novas cores amassando pétalas de flores. E já tem até um ateliê de arte e pintura.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

DINÂMICAS

1. DICIONÁRIO

Faixa Etária: a partir de 7 anos

Material Utilizado: nenhum

Objetivo: Desenvolver senso rítmico, fluência verbal, rapidez de reação, boas atitudes

diante da exclusão.

Desenvolvimento:

Colocar as crianças sentadas em círculo (o orientador também).

Treinam de início os seguintes movimentos ritmados: uma palma, uma batida de mãos nos

joelhos, uma palma, um estalo com os dedos de ambas as mãos, uma palma, uma batida de

mãos nos joelhos, uma palma, um estalo etc... (começar lentamente depois apressar).

Ao sinal de início as crianças continuam a exercitar os movimentos acima dentro do ritmo

treinado. O orientador, ao estalar os dedos, diz uma letra (r, por exemplo). O jogador

imediatamente à sua esquerda, tem que dizer então, ao estalar os dedos na vez seguinte,

uma palavra com aquela inicial (retrato, por exemplo), para no próximo estalar de dedos

citar outra letra, devendo o companheiro que se segue citar uma

palavra começada com a letra, etc...

Quem erra, porque não fala no momento certo (ao estalar os dedos) ou porque não nomeia

uma palavra com a inicial exigida é excluído. A vitória é dos que ficam por último no jogo.

A vida deve ser florida
Objetivo: Esta dinâmica fará o aluno perceber o valor da vida e o mistério que a envolve.
Material necessário: Papel de seda de várias cores.
1º - A professora deve cortar o papel de seda para que fique do tamanho de um papel sulfite cortado ao meio.
2º - Deve distribuir um pedaço para cada participante, procurando diversificar as cores.
3º - Motivar todos, dizendo que a folha que eles têm na mão é a vida de cada um deles. Pedir para que notem que um lado da folha é liso e o outro, um pouco mais áspero. Isso também ocorre em nossa vida: em alguns momentos é mais tranqüila, em outros, mais áspera. Mas, apesar de tudo, nossa vida vibra.
4º - A professora deve pedir aos alunos que segurem as folhas numa das pontas, fazendo-as balançar para ouvir o barulho (a vibração). Deve explicar que nem sempre tudo é tão bom, nem sempre a nossa vida vibra tanto. Todos passam por maus momentos.
5º - A professora deve perguntar o que “mata” a nossa vida, o que faz com que ela vibre menos, e exemplificar: desemprego, inveja, ciúme, violência... Deve solicitar a ajuda dos participantes para que citem outros exemplos, e cada palavra “morte” enunciada, pedir que amassem o papel, até ficar uma bolinha.
6º - Com a bolinha na mão, a professora pergunta ao grupo: “O que devemos fazer com esta bolinha agora?”. Talvez alguns digam para jogá-la fora. Nesse momento, a professora questionará: “Como vamos jogar fora a nossa vida? O que podemos fazer?”. Alguém poderá dizer para reconstruí-la. “Mas como?” A professora, então, deve motivar o grupo a falar palavras de vida (emprego, amor, amizade, justiça...), e a cada palavra vai-se abrindo novamente o papel.
7º - Com o papel todo aberto, a professora deve questionar: “Mas e agora? Está cheio de rugas? São as rugas do tempo; assim é a nossa vida. O que fazer? Vamos ver se a vida ainda vibra?”. Nesse momento, pede ao grupo para balançar a folha. Agora a vibração é bem menor.
8º - A professora, então, pede aos alunos para dobrarem as folhas ao meio e recortá-las em duas partes. Juntando essas duas partes, pede para recortá-las novamente, ficando agora com quatro partes.
9º - A professora instrui os alunos a trocar os pedacinhos com os colegas, de maneira que cada um fique com quatro pedacinhos de cores diferentes.
10º - Agora pede para colocarem os pedacinhos de maneira que fiquem um na horizontal e outro na vertical, formando duas cruzes.
11º - A professora pede aos alunos que coloquem o dedo indicador no centro das “cruzes” e modelem uma flor. E acrescenta que a vida, por mais dolorida e cheia de rugas, ainda pode florescer. Às vezes, perde a vibração, mas nunca é tarde para florescer.

DINÂMICA
É muito importante estar atento: É só observar o texto e fazer os gestos cada vez que na história aparecerem as seguintes palavras: PAZ: aperto de mão; AMOR: um abraço; GARRA: troca de lugares; SORRISO: Gargalhada; BEM-VINDOS: bate palmas;

TEXTO: O GAROTINHO CHAMADO AMOR Era uma vez um garotinho chamado AMOR. AMOR sonhava sempre com paz. Um certo dia sonhou que a vida só teria sentido quando ele descobrisse a PAZ e foi com GARRA que AMOR saiu a procura da PAZ. Chegando junto ao colégio onde estudava encontrou os seus amigos que tinham um SORRISO nos lábios e foi nesse momento que AMOR começou a perceber que o SORRISO dos amigos transmitia a PAZ, pois sentiu ainda que a PAZ existe no interior de cada um de nós, basta saber dar um SORRISO. E nesse momento, com muita GARRA, a turma gritou bem forte: AMOR, AMOR você encontrou a PAZ que procurava? AMOR respondeu com muita GARRA: Sim. Encontrei a PAZ, pois ela existe em cada um de nós, basta saber dar um sorriso bem bonito. E sejam todos BEM-VINDOS!

O ESPIRITISMO NO BRASIL








VOCÊ É CAPAZ DE DESCOBRIR QUAL É A PARÁBOLA?
















MENTIRA




Objetivo:
 Levar os pequeninos a entenderem:*A importância de sermos verdadeiros.
As conseqüências da mentira.A melhor decisão é dizer sempre a verdade, pois como diz o ditado: mentira tem perna curta. E tem mesmo! Um dia , sempre acaba sendo descoberta e ninguém gosta de ser enganado.
As Conseqüências da mentira: Os amigos acabam se afastando;
 Ninguém vai acreditar, quando estiver realmente falando a verdade;
Prejudicamos a nós mesmos e as outras pessoas;
Não atraímos para junto de nós bons espíritos;
Acaba virando um "vício", casa vez mente mais e mais.

DINÂMICA:
NOME: Verdade ou conseqüência?
FORMAÇÃO: Sentados em círculo.
Organização do material: Papéis com perguntas relacionadas a VERDADE e "prendas" para conseqüência.
Desenvolvimento: Sortear um nome, o primeiro que for sorteado é o que vai perguntar, o segundo será o que vai responder: Verdade ou Conseqüência? Caso ele escolha verdade , a pessoa que primeiro foi sorteada deve perguntar algo e ele obrigatóriamente deve responder a verdade (sem mentir). Se ele responder conseqüência deve pagar uma prenda (executar uma tarefa).
Sugestões:VERDADE - Perguntas:1) Você gosta de vir as aulas de evangelização?2) Você fala palavras feias (palavrões)?3) Você tem medo de dormir sozinho?4) Você faz as tarefas da casa, quando a mãe pede sem reclamar?5) Você cola na prova?6) Você gosta de fazer o dever de casa?7) Quando te contam um segredo, você passa a diante?8) Você responde aos seus pais?9) Você gosta de chamar a atenção?CONSEQÜÊNCIA:1) Fazer uma prece em benefício das crianças abandonadas.2) Escolher um amiguinho e dar um aperto de mão.3) Cantar uma canção espírita. Sugestão: Cativar.4) Fazer a oração do Pai Nosso.5) Fazer uma mímica. (Escolhida pelo evangelizador).

(BLOG RENASCER)

HIGIENE MENTAL

Objetivos: o pensamento é energia que se exterioriza e cria sintonia com outras mentes, sejam encarnadas ou desencarnadas. Este pode ser também fonte geradora de desequilíbrios, doenças e acontecimentos negativos.
Higiente mental é avaliar os tipos de pensamentos que temos, qual seu tipo de energia, se positiva proporcionando equilibrio, paz, saúde, amor, ou negativa estimulando o egoísmo, a falta de fé, a avareza, a doença do corpo e o desequilibrio do ambiente. “O pensamento é exteriorização da mente, que independe da matéria e por sua vez é originado no Espírito”.
 O Espírito possui a faculdade mental que expressa o pensamento em todas as direções, utilizando-se do cérebro humano para comunciar suas ideias com as demais pessoas.
 Disciplinar e edificar o pensamento através da fixação da mente em ideias superiores da vida, do amor, da arte elevada, do bem, da imortalidade, constitui objetivo moral da reencarnação, de maneira que plenitude, a felicidade sejam a conquista a ser lograda. Pensar bem é fator de vida que propicia o desenvolvimento, a conquista da vida.” (Autodescobrimento, Joanna de Ângelis, cap. 2, item pensamento).Bibliografia:FRANCO, Divaldo P. Equipamentos existenciais. In: _____. Autodescobrimento: uma busca interior.MENEZES, Frederico. Sombras. In: _____. Ajuda-te.SIMONETTI, Richard. Carnaval - motivação diferente. In: _____. Temas de hoje problemas de sempre.TEIXEIRA, José R. Exercícios psíquicos. In: _____.Educação e vivência.XAVIER, Francisco C. O poder das trevas. In: _____. Jesus no Lar._____. Pensamento e conduta. In: _____. Encontro marcado.
Desenvolvimento:Primeiro momento: distribuir aos evangelizandos pedaços de papel celofane de diversas cores (preto, vermelho, amarelo, azul, transparente). Pedir que eles andem pela sala, olhando através do papel colorido, dizendo baixinho como se sentem, olhando o mundo através daquela cor. Após alguns minutos, as crianças devem trocar os pedaços de papel com os colegas, diversas vezes, até que todos tenham observado a sala com todas as cores de papel.
Segundo momento: Indagar aos evangelizandos:
 Enxergaram bem com todas as cores?
 Era mais fácil de ver com alguma cor? Por quê? Com qual cor gostaram mais? Por quê?
Terceiro momento: O evangelizador deve ajudar os alunos a concluir que era difícil enxergar através do preto, que tudo parecia triste; que através do amarelo as coisas pareciam ter cores que não possuem; que quanto mais escura a cor (vermelho, azul), mais difícil de ver; que através do papel celofane transparente era possível perceber melhor os objetos, os outros papéis coloridos e a expressão dos colegas. A idéia é comparar as cores com os sentimentos que temos: preto - tristeza; vermelho - euforia, agitação; azul claro - calma; transparente - paz, harmonia - melhor maneira de ver as coisas.
Quarto momento: explicar que os papéis celofane simboliza como cada pessoa vê a vida e o mundo conforme os sentimentos que possui. Por isso as pessoas percebem de diferentes maneiras as mesmas coisas, como se cada uma olhasse através de uma folha colorida diferente.
Quinto momento: lembrar a importância do pensamento e das palavras, modos como expressamos os sentimentos que temos no coração. O pensamento positivo é um hábito que se adquire praticando. Através do pensamento é que se originam nossas atitudes, por isso a importância dos pensamentos otimistas. Pensamentos negativos, pessimistas, são como lixo: poluem a mente e o corpo, ocasionando sensações ruins.

Mas como ter pensamentos bons? Procurando ver sempre o lado bom das coisas, escolhendo coisas construtivas para fazer, leituras edificantes, brincadeiras e conversas positivas (sem fofocas, brigas, brincadeiras de guerra ou filmes de terror); estando em sintonia com a Espiritualidade Superior através da prece, sendo otimista. Perante as dificuldades nossas atitudes devem ser de fé e confiança em Deus, crença em si mesmo (nas capacidades que possuímos), oração e vontade de agir corretamente.

Sexto momento: Distribuir revistas, tesoura e cola. Cada criança deve escolher uma figura e escrever, em pequenos pedaços coloridos de cartolina, sentimentos, pensamentos, atitudes e fatos positivos e negativos. Ao final, em uma folha de cartolina colar, de um lado, os sentimentos positivos e do outro os negativos, assim:Paz/TristezaAlegria/SolidãoConversar com os amigos/Fazer mal aos outrosEstar com a família/GuerrasAvaliação do Evangelizador:A participação de todos foi completa, com várias crianças ajudando outras e escolher figuras e também dando sugestões sobre quais figuras deveriam ser coladas. Neste dia a turma era grande, e o cartaz ficou muito rico.
Anexos (histórias utilizadas, descrição de técnicas, músicas, jogos, etc.)

PENSAMENTO E CONDUTA(Emmanuel)Nem sempre estamos habilitados a eleger o nosso ambiente mais íntimo, na experiência cotidiana.Às vezes, somos constrangidos a suportar certos quadros de luta ou partilhar o convívio de pessoas que não se nos afinam com a maneira de ser, em razão dos compromissos que trazemos de existências passadas. Entretanto, em qualquer situação, somos livres para escolher os nossos pensamentos.Cada inteligência emite idéais que lhe são peculiares, a se definirem por ondas de energia viva e plasticizante, mas se arroja de si essas forças, igualmente as recebe, pelo que influencia e é influenciada.Ainda mesmo por instantes, toda criatura, ao exteriorizar-se, seja imaginando, falando ou agindo, em movimentação positiva, é um emissor atuante na vida, e, sempre que se interioriza, meditando, observando ou obedecendo, de modo passivo, é um receptor em funcionamento.Aqueles que se desenvolveram mentalmente, atingindo a esfera das criações sugestivas, assumem o papel de orientadores, adquirindo responsabilidades mais vastas pela facilidade com que articulam programas de rumo para os outros.Cada qual expõe o que pensa pelo esforço que realiza: o cientista pela obra a que se consagra, o professor pelo que ensina, o escritor pelo que escreve, o comentarista pelo que fala, o artista pelo trabalho em que se revela.Analisemos, assim, aquilo que nomeamos como sendo nosso "estado de espírito". Tensão, dúvida, angústia, irritação, otimismo, coragem, confiança ou alegria são frutos de nossa preferência no mercado gratuito das idéias, de vez que o fio invisível de nossas ligações com o bem ou com o mal parte essencialmente de nós. Convençamo-mos de que a nossa mente possui muita coisa comum com o aparelho radiofônico. Emissões construtivas ou deprimentes, significando a carga sutil de sugestões boas ou más que aceitamos de companheiros encarnados ou desencarnados, alcançam-nos incessantemente e podem alterar-nos o modo de ser, mas não podemos olvidar que a NOSSA VONTADE É O SINTONIZADOR
.Do livro Encontro marcado. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

(CEMIL)

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

LEI DO TRABALHO

TEMA: TRABALHO

Objetivos Específicos: Levar a criança a entender a importância do trabalho em nossas vidas.
Recursos Didáticos: Gravuras de pessoas trabalhando, instrumentos de trabalho
Introdução: Perguntar às crianças qual o trabalho que elas fazem?
Desenvolvimento: Conversação
Lembrar as crianças o trabalho que a Natureza realiza na renovação incessante. Falar do formigueiro, da colméia, da humildade do boi, do cavalo, dos cães treinados para dirigir cegos, os ninhos dos pássaros, o João de Barro .
Fixação: Fazer uma lista dos trabalhos que eles podem realizar.
Contar a história- O Sonho de Carolina( 4 a 6 anos).
Os três grãos de milho (7 a 10 anos).

TEMA: VALORIZAÇÃO DAS PROFISSÕES

Objetivo Específico: Levar a criança a entender que todas profissões são dignas e importantes.
Recurso Didático: colocar na lousa bonecos de papel, cada um simbolizando uma profissão, de maneira a retratar as suas interdependências.
Ex: o médico depende do lavrador, o lavrador do dentista, este do lixeiro e assim por diante.
Introdução: Perguntas:
Qual a profissão do seu pai?
O que você pretende ser?
Desenvolvimento: Conversação
Falar da desigualdade entre as profissões. Quem cria é o próprio homem, por causa do orgulho e do egoísmo.
Fixação: painel na lousa
Colocar mais um grupo de bonecos, mostrando aqueles que não querem trabalhar, eles próprios se marginalizando. O futuro depende de nós e do nosso próprio esforço em vencer as dificuldades,Deus ajuda a todos.
Lembrar aqueles que não podem trabalhar porque estão doentes. Levar as crianças a pensar como nós estaríamos se não trabalhássemos. Como nos sentiríamos se não pudéssemos trabalhar?

LEI DE TRABALHO

TEMA: TRABALHO MATERIAL E TRABALHO ESPIRITUAL

Objetivo Específico; Levar a criança a entender que precisamos dos dois tipos de trabalho para evoluir.

Recurso Didático: Os mesmos bonecos de papel da aula anterior, gravuras mostrando natureza, pessoas idosas, pais com filhos, animais.

Introdução: Conversação
Recordar a aula passada.

Desenvolvimento: Conversação
Só através do respeito, amor, caridade com todos é que conseguimos evoluir moralmente.Uns dependem dos outros para poderem progredir, tanto materialmente como moralmente.O quanto podemos praticar a caridade no nosso trabalho ou ainda, com o que aprendemos com a Doutrina Espírita, darmos exemplo de paciência, compreensão,amizade, fraternidade, com as pessoas com as quais convivemos.

Fixação: O próprio painel discutido pelas crianças.

LEI DE TRABALHO

TEMA: Trabalho Material e Trabalho Espiritual

Objetivo Específico: Levar as crianças aentenderem que viveremos bem, a medida que nos e esforçamos para praticar os dois tipos de trabalho.

Recursos Didáticos: Cartazes de pessoas trabalhando
No trabalho material
No trabalho Espiritual

Introdução: Desenvolver na lousa, uma lista do que seja trabalho material e outra do que seja trabalho espiritual(as crianças que vão citar quais são os trabalhos)

Desenvolvimento: Levar ao entendimento da criança que se o trabalho material nos traz dinheiro, o trabalho espiritual nos traz paz e melhoria espiritual. Citar os grandes vultos da humanidade que realizaram trabalhos de grande importância para o bem comum.
Citar ainda: Chico Xavier, Allan Kardec,Bezerra de Menezes e muitos outros que trabalham.
Subsídio- "L indos Casos de Chico Xavier"
'“Bezerra de Menezes, o médico dos pobres”.
"O Principiante Espírita".
Fixação: Fotos de Allan Kardec, Chico Xavier, Bezerra de Menezes
Livro das profissões
• Em roda de conversa perguntar aos alunos qual a profissão de seus pais. Escreva no quadro, com letra de imprensa maiúscula.
• Comentar com a turma sobre cada profissional: O que ele faz? Em que lugar trabalha? O que utiliza em seu trabalho? Perguntar que outras profissões eles conhecem e explicar como cada uma delas contribui para a vida em sociedade. Trabalhar o sentido de utilidade das profissões e satisfação pessoal no trabalho, como valor.
• Elaborar com os alunos o Livro das Profissões para que possam registrar por meio de desenhos ou palavras, as profissões de seus pais, aquelas de que mais gostam e as demais, com seus objetos e ferramentas principais.
Livro das profissões
•Sentados em roda, motivar os alunos para a brincadeira. A professora diz: "Estou pensando em alguém que faz pão". Os alunos tentam adivinhar e dizer o nome da Livro das profissões
• Em roda de conversa perguntar aos alunos qual a profissão de seus pais. Escreva no quadro, com letra de imprensa maiúscula.
• Comentar com a turma sobre cada profissional: O que ele faz? Em que lugar trabalha? O que utiliza em seu trabalho? Perguntar que outras profissões eles conhecem e explicar como cada uma delas contribui para a vida em sociedade. Trabalhar o sentido de utilidade das profissões e satisfação pessoal no trabalho, como valor.
• Elaborar com os alunos o Livro das Profissões para que possam registrar por meio de desenhos ou palavras, as profissões de seus pais, aquelas de que mais gostam e as demais, com seus objetos e ferramentas principais.
Livro das profissões
•Sentados em roda, motivar os alunos para a brincadeira. A professora diz: "Estou pensando em alguém que faz pão". Os alunos tentam adivinhar e dizer o nome da profissão. Quando alguém acertar, a professora deve escrever na lousa/quadro o nome da profissão, em letra de imprensa maiúscula.
O jogo continua, com o aluno seguinte, na roda.
Sugestões:
Apaga o fogo; vende jornal; trabalha na feira; pinta casas; conserta sapatos; cuida dos doentes;
Faz comida; ensina crianças etc.

BONDADE





TEXTO – As Aventuras de Microcólus - Marilusa Moreira Vasconcelos

Sabem quem é Microcólus? Não?
É um tipinho minúsculo, narigudo, amarelo, muito engraçadinho, que usa um boné caído sobre a testa. Pois
ele é Microcólus.
É um micróbio que se fez gente, devido a um desarranjo em sua glândula pituitária, a qual o fez crescer...
crescer... crescer... até se tornar bem visível.
Ele morava na casa do Zezinho, que era muito, mas muito pobre. A casa do Zezinho tinha um cômodo de
terra batida, coberto de sapé.
A casa era feita de tábuas rústicas de caixote, e restos de outras casas, que o pai e a mãe do Zezinho juntavam
para poder fazer seu lar.
Zezinho era muito franzino e moreno de sol, estava sempre descalço, e com o rosto coberto de terra, pois
quase não tinha quem o cuidasse. E como sofria o Zezinho! Ele quase nem tinha o que comer. Era só aquela
sopa. E quando tinha!
E ainda por cima, Zezinho não tinha nenhum amiguinho para brincar com ele.
Foi então que apareceu o Microcólus. Começou a crescer, crescer, crescer, e passou tanta fome na casa do
Zezinho que sua barriga ficou um buraco. Mas nem por isso perdeu a alegria.
Dando piruetas no ar e rindo muito para o menino, Microcólus sentou-se à beira de uma mesa vazia e cruzou
as pernas com elegância. O pequeno estranhou aquela companhia nova e ficou a olhá-lo, até que acabou rindo
também.
Então, o estranho personagem tirou o boné e fez um cumprimento dizendo:
- Olá, seu Zezinho, eu me chamo Microcólus. Veja. Sou o micróbio da barriga vazia, cresci e vim brincar com
você. Também estou com fome. Veja só como eu sou.
Zezinho viu, então, o bonequinho amarelo apontar a barriga, que era um buraco, e um tanto admirado e
receoso, enfiou o dedo por aquele orifício. Qual não foi a sua surpresa quando Microcólus caiu na risada,
pendurando-se em sua mão e virando de pernas para o ar.
- viu? – disse o boneco – É um buraco. Eis o que é minha barriga. Um buraco onde cabe o seu dedo.
Zezinho riu muito das graças de seu novo companheiro. Então, os dias foram se tornando mais amenos,
porque, ainda que o menino tivesse fome, ele não estava mais sozinho, pois Microcólus estava com ele. Mas,
ao correr dos dias, começou a ficar triste de novo, porque sabia que, como nos anos anteriores, Papai Noel não
iria a sua casa... será que era porque ela tinha goteiras e ele não gostava?
Podia ser que era porque ele não tinha sapatos? Mas, no ano anterior, pusera um pé de chinelo, que encontrara
no lixo, jogado perto de sua casa, e nada conseguira...
Zezinho já não ria das diabruras de seu novo amiguinho, que começou a se preocupar com ele. Então, um dia,
Microcólus estava sentado à porta, quando viu passar um lindo automóvel e, sem perguntar, como estivesse
aborrecido, sentou-se no pára-choque traseiro e, lá se foi com ele, pensando em voltar mais tarde.
Qual não foi a surpresa do boneco, quando o carro parou à porta de uma grande mansão.
Lá se ia o boneco a entrar, quando um homem, com uma roupa toda bonita, lhe barrou a entrada.
- Que é isso? Aqui não entra qualquer um!
Microcólus ficou aborrecido, mas como era teimoso e danado, ficou à espreita e, tendo fingido que ia embora,
sorridente, pulou o portão.
Que coisas lindas lá dentro havia! No peitoril da janela ele podia ver o chão luzindo, como a água das poças
da favela, e muitas coisas lá dentro. Enfeites, móveis, tapetes e quadros bonitos pendurados na parede.
Microcólus já estava com os olhos estalados, quando sentiu que alguém o pegava pelo pescoço. Aquele
homem que o impedira de entrar, chutou-lhe o traseiro, jogando-o do portão para fora.
Pobre Microcólus! Como gostaria de estar lá dentro! Mas o homem falou:
- Ninguém assim indigente, de barriga vazia, pode entrar.
Aquilo deu uma idéia no boneco, que sem esperar mais, foi à procura de algo, com que tapar sua estranha
barriga, e algo com que se cobrir, pois andava nu em pêlo.
Adiante, encontrou uma rolha de champanha e cabia justamente no buraco de seu ventre. Satisfeito,
Microcólus ajeitou-se e, cobrindo-se com um traje, ficou diferente e barrigudo, parecendo estes
empanturrados figurões da sociedade.
Microcólus chegou então ao portão, com grande pose, ante o espanto do criado, fez-se anunciar ao
senhorzinho da mansão.
- Pois não, senhor. Eu lhe direi que deseja vê-lo. Por aqui.
Ele se viu, entre reverências e atenções daquele estranho que não o reconhecera, por causa de sua nova
aparência, muito bem tratado.
Entrou na sala um garoto rosado e cheiroso, que o atendeu de bons modos, mas bastante enfastiado,
bocejando continuamente. Mas o atrevido boneco, mal se viu a sós com o novo companheiro, pôs-se
novamente a piruar e cambalhotear, fazendo-o rir. Depois, fê-lo correr como um cavalo, subindo-lhe às
costas. Assim, ambos ficaram amigos e, nem bem se viam a sós, Jorge, pois este era o nome do menino, se
descontraía e, esquecendo mil etiquetas, virava uma criança, como todas as outras são.
Mas enquanto isso, em sua casa de sapé, Zezinho estava cada vez mais triste. Sentia saudades de seu
companheiro e chorava, pedindo a Papai Noel não um brinquedo, mas a volta daquele seu amigo.
Sem saber como, Microcólus sentia à distância a tristeza de seu amigo e, por isso, um dia à ceia, disse a Jorge:
- Preciso voltar à minha antiga choupana. Aqui é muito bonito, mas sinto falta de meu amigo de outros dias. E
ele estava tão triste quando parti. Sinto que o abandonei quando ele mais precisava de mim.
Jorge, sentindo seu orgulho ferido, ordenou ao criado que prendesse o boneco, mas Microcólus, atirando em
seus olhos a rolha que tapara tanto tempo o ventre, escapuliu pelas grades da janela, correndo do jardim para a
rua.
Jorge pôs-se a chorar, a chorar, e em poucos dias, adoeceu. Em toda a parte, jornais, rádios e televisão
anunciavam alto prêmio a quem soubesse dar o paradeiro do estranho boneco. Mas ninguém encontrava. Até
um retrato-falado foi expedido pela polícia, mas em vão o buscavam.
Quando Microcólus chegou, sujo e embarreado na antiga choupana, veio-lhe ao encontro chorando, seu antigo
amiguinho:
- Ah, Microcólus! Que falta senti de você!
- Perdoe Zezinho, mas não pude voltar antes. Encontrei muitas coisas diferentes e vi que tanto aqui como lá
de onde eu vim, todos sentem muita necessidade de um amigo. Desta forma e sabendo que lançaram um
prêmio pela minha captura, peço que me leve de volta, a gim de poder melhorar as condições de sua vida.
Mas Zezinho obtemperou:
- Qualquer prêmio que me derem não valerá o amigo que você tem sido.
Estas palavras muito emocionaram Microcólus, mas com uma sabedoria digna dele disse:
- Eu sou dos pobres deserdados da fortuna, que têm fome e sede, por isso tenho este jeito tão esquisito. Nem
por dinheiro, nem por prisão alguém pode deter-me, mas Zezinho, tenho pena de Jorge. Ele tem tudo o que
deseja, mas é muito só.
E tanto o boneco falou, que acabou por convencer a Zezinho que devia procurar entender Jorge, e a Jorge, que
devia distribuir o muito que tinha, para ajudar Zezinho.
E hoje, com graça do bom Deus e a ajuda de Microcólus, Zezinho e Jorge são muito bons amigos
RECURSO – desenho com giz de cera
“Vamos desenhar Microcólus, Zezinho e Jorge brincando juntos?”
TAREFA - Vamos praticar atos de bondade e observar pessoas que pratiquem também e escrever no caderno.

FRATERNIDADE - SEI REPARTIR O QUE ME PERTENCE





1-PLANO DE AULA (Ciclo- Maternal)

2- OBJETIVO: A criança deverá se sensibilizar para adotar atitudes
generosas, pois a fraternidade com lei universal, é virtude que devemos
cultivar.
3- AULA:
a) Incentivação Inicial: Apresentando a FIG1em forma de fantoche de
vareta, conversar com as crianças:
- Vocês sabem quem é esta menininha? É a Joaninha. Ela tem 4
anos. Hoje ela está triste, triste. Quem quer perguntar por que ela
está chorando? (Se nenhuma criança perguntar sozinha, pedir que
todos perguntem juntos: por que você esta chorando Joaninha?) O
evangelizador, colocando o fantoche à frente do rosto responde:
Porque a Maria Helena não gosta de mim.
Vamos ouvir a estória da Joaninha e da Maria Helena?
b) Desenvolvimento: Narração da seguinte estória:
Joaninha era uma menina que morava numa casinha lá no alto do morro, e
sua mamãe – D.Maria era lavadeira. Ela lavava roupas nas casas dos outros
para ganhar dinheiro e comprar comida.
Um dia D. Maria saiu para trabalhar e levou Joaninha (fig) Ela ia lavar roupa
na casa do Dr. Arnaldo, que morava numa casa muito bonita, lá no centro da
cidade.
Quando D.Maria chegou, Maria Helena – filha do Dr. Arnaldo estava
passeando com um carrinho de boneca no jardim (fig)
- que linda a sua bonequinha, posso pegar? Perguntou Joaninha.
- Ah, não! Está é a minha boneca nova, só eu posso brincar com ela.
- Vem cá Joaninha – falou D. Teresa, a mãe de Maria Helena. – eu tenho
umas balas muito gostosas que guardei para você. Sabia que eu gosto
muito de você.
(pequena pausa)
O dia passou. À tardinha D.Maria e Joaninha foram embora.
Na hora de sair, Joaninha deu adeus paraa Maria Helena, sorrindo.
Mas a menina que estava na janela com a mãe,virou o rosto e não respondeu.
Só D.Teresa, acenou com a mão, falando bem alto:
- Até amanhã, Joaninha! Até manha D.Maria:
- D.Teresa olhando triste para a filha, falou:
- Você foi indelicada com aquela menininha, Maria Helena. Ela é tão
boa! Ela gostou tanto da sua bonequinha e você não a deixou pegar
nem um pouquinho! Joaninha e filha do Papai do Céu igual a você. E
ela tem um coração muito grande que cabe todo mundo. E o seu, minha
filha é pequenino, pequenino...que não cabe nem uma amiguinha.
(pequena pausa)
Passou-se o tempo.
Maria Helena um dia ficou doente, muito fraquinha, sem conseguir andar. Não
podia sair de casa e tinha que ficar o dia inteirinho na cama (fig) ela estava
muito triste e queria tanto uma amiga para brincar. Então que
surpresa!...Paradinha na porta,com vergonha de entrar, Joaninha perguntou:
- Você quer que eu brinque com você Maria Helena? Deverá colar a (fig
de Joaninha naquela que tiver a minha acamada)
- Ah, que bom que você veio, Joaninha! Eu pedi a D.Maria para trazer
você. Vamos brincar de casinha aqui na cama? Você vai trazendo os
brinquedos para nós.
E as meninas brincaram o dia inteiro(fig)
Na hora de despedir, Maria Helena, bem pertinho de Joaninha, lhe falou:
- Você é a minha melhor amiguinha, por causa do seu coração tão bom!
Eu também quero ter um coração bonito assim como o seu! Agora feche
os olhos que eu tenho uma surpresa para você.
E assim dizendo, Maria Helena colocou nas mãos de Joaninha a boneca nova
(fig)
É para toda vida. Pode levar e amanhã bem cedinho volta pra gente brincar?
- Esta boneca é para mim? Está bem novinha muito obrigada, respondeu
Joaninha.
E as duas amigas se abraçaram, muitos alegres.
D.Teresa e D. Maria também estavam felizes, vendo como era tão amiguinhas
suas filhinhas queridas!
c) Fixação: - Distribuir para cada criança a (fig) de Joaninha e pedir que
eles pintem ou coloram e façam colagem em seu cabelinho.
Distribuir para cada criança a fig da boneca em cartolina, para colagem dos
braços de Joaninha.
O evangelizador poderá ainda preparar a boneca com corpo de bala para
repartir com as crianças, lembrando mais uma vez a atitude fraternal da
menina.
Apostila: (AME de Juiz de Fora)
-

AMOR AO PRÓXIMO

Plano de aula sobre Amor ao Próximo – 2º Ciclo da Infância.

Prece inicial:

Conceito específico: Maior mandamento da Lei de Jesus: “Amarás o Senhor teu Deus de todo coração e de toda tua alma, e de todo o teu pensamento, e a próximo como a te mesmo”.

Técnicas:
• Interrogatório.
• Trabalho individual.
• Trabalho em grupo.
• Exposição participativa.
Recursos:
• Cartaz.
• Lápis e papel (em tiras).
• Texto para os alunos.

1º. Momento:
Colocar cartaz com as seguintes perguntas:
- Quem é o nosso próximo?
- Que temos de nós próprios para dar ao próximo?

Distribuir papel e lápis e pedir para que cada um responda individualmente essas duas perguntas. Recolher os papes e redistribuir entre a turma de modo que cada um leia o que o outro escreveu e faça seus comentários.

2º. Momento:
Dividir a turma em dois grupos e distribua os textos 1 e 2. Pedir que leiam com atenção e respondam as perguntas sugeridas. Determinar um tempo para esse momento.

3º Momento: Ouvir as respostas e acrescentar se for necessário.

Prece final:

Avaliação:
A aula será considera satisfatória se os evangelizando derem um conceito de amor ao próximo na visão espírita e responderem acertadamente as perguntas feitas no decorrer da aula.



Plano de aula elaborado por Teresinha Medeiros baseada na apostila da FEB – Federação Espírita Brasileira – 2º Ciclo da Infância – Modulo III – Coleção 4 – Conduta Espírita e Vivência Evangélica

O Negocio da Doação - 1

O professor Chaves, pioneiro da Doutrina Espírita em Uberaba - Minas, foi procurado por prestigioso amigo do campo social, que falou sem rebuços:
- Chaves, agora desejo doar duzentos contos para as obras espíritas; entretanto, como você não desconhece, tenho aspirações políticas desde muito tempo.
O distinto educador, sumamente conhecido por sua virtuosa austeridade, guardava silêncio.
O outro prosseguia.
- Já auxiliei construções espíritas numerosas, mas tudo sem resultado. Tenho apenas recebido ingratidões e mais ingratidões. É uma lástima. Em toda parte, mentiras e mentiras. Queria desse modo... Como a reticência se prolongasse, Chaves perguntou:
- Queria o que, meu amigo?
- Desejava a sua palavra empenhada, o apoio de seu prestigio diante dos espíritas, para que me garantissem o voto.
- Nada posso fazer – disse o professor peremptório.
- Que é isso? – Falou o amigo, com ar dês censura – Você prometeu receber-me e atender ao meu problema.
- Pensei que o senhor estivesse tratando de caridade, mas o que francamente procura é a realização de um negócio – disse Chaves, imperturbável.
- Que idéia! – Falou o visitante, desencantado. – Entrego duzentos contos, duzentos contos de réis... Que é caridade, então?
Humilde e simples, o professor explicou:
- Caridade é o amor de Deus no coração humano. E esse amor, meu amigo, conforme nos ensina o Espiritismo, não tem preço. Onde é que o senhor já viu alguém pagar a luz do sol, a bênção do ar, o tesouro do verdadeiro amor ou o espetáculo do céu estrelado?...
- Mas Chaves – disse o outro – isso é muita filosofia... O que eu desejo é fazer uma dádiva... Para vocês espíritas, o que vem a ser uma dádiva?
O educador respondeu seguro:
- Dádiva é o bem que a gente faz sem esperar recompensa de coisa alguma...

Glossário;
Peremptório: terminante; decisivo.
Austeridade: inteireza de caráter; severidade; rigor.
Aspirações: desejo ardente.
Dádiva: aquilo que se dá; presente; denotativo; oferta;

Leia o texto e a seguir responda as perguntas abaixo:
1. Qual era a intenção do político?
2. 2. Apesar de estar fazendo uma doação, o político estava vivendo os princípios cristãos de amor ao próximo?
3. De que maneira você pode praticar o amor ao próximo?
4. Caridade é só distribuir moedas(bens matérias?)

A moeda - 2

Quando criança, certo dia, estando na loja do meu pai, fui interpelada por um mendigo que pedia esmola. Notando os trajes andrajosos do homem, mais que depressa corri a gaveta do balcão e retirei uma moeda, que fui entregar, muito alegremente ao pedinte.
Meu pai assistiu a tudo, porém nada me disse, continuando calmamente a atender a sua freguesia. Não muito tempo se passou e uma pobre mulher apareceu, fazendo a mesma solicitação. Não hesitei e corri a gaveta, porém antes que a abrisse, meu pai embargou o meu gesto e disse muito naturalmente:
- Onde está o cofre onde você guarda as moedinhas que lhe sobram?
- Aqui mesmo na gaveta de sua escrivaninha.
- Então filho, vá buscá-la.
Eu trouxe o cofre e papai pediu que o abrisse. Obedeci.
- Agora filho, você vai escolher uma moedinha igual àquela que ia dar... Escolhi.
- Agora você pode entregá-la à senhora.
Fiz o que me mandava muito surpreso. Quando a mulher se retirou, papai me explicou:
- Filho o verdadeiro óbolo, o que agrada a Deus é somente aquele que provém do que é verdadeiramente nosso. Você agiu certo da primeira vez, só que não deu o que era seu. É dando que recebemos, mas só recebemos da Misericórdia Divina quando damos o que temos. Compreendeu?
Sim, eu compreendera. Ele arrematou dizendo:
- Você já ouviu as pessoas comentando façanhas alheias e dizendo que a cortesia foi feita com o chapéu alheio? É isso. Eu lhe peço que só use o seu chapéu. E tudo estará certo.
Nunca mais esqueci o episódio, pois foi assim que aprendi o verdadeiro sentido do ato de dar. A lição permaneceu em mim por toda a vida e tem me ajudado a realizar uma caridade mais autêntica e mais coerente.

GLOSSÁRIO
Interpelado: avisado; advertido.
Andrajos: trapos; farrapos; vestes esfarrapadas.
Óbulo: esmola; dádiva;
Autentica: verdadeira; real.

Leia o texto e responda às questões abaixo:
1. Qual o sentimento que teve o menino ao ajudar os necessitados?
2. Qual a lição do conto?
3. Que outras maneiras existe de amar ao próximo?
4. O que é caridade?
5. Quais os tipos de caridade você conhece?

AMIZADE

UNIDADE- A SOCIEDADE



ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Realizar o jogo da garrafa.Preparar cartões com figuras diversas, tais como:sapato, caderno, flores,cadeira,geladeira,alimentos... Colocar as crianças em círculo.Dispor, no meio do círculo os cartões com a figura voltada para baixo.

Girar a garrafa e, onde o gargalo apontar, a criança mais próxima responderá a pergunta: -Onde compramos (ou encontramos)isto?E assim sucessivamente até todas as figuras serem descobertas.

ATIVIDADE REFLEXIVA

Perguntar:

Onde podemos encontrar um bom amigo?

Um bom amigo se compra?


Sabemos identificar um bom produto pela qualidade, pelo prazo de validade... e um bom amigo?

As perguntas servirão de estímulo para iniciar uma discussão sobre a importância de uma real amizade.É importante que se sintam à vontade para falar de suas relações de amizade com seus familiares,colegas, professores...concluindo que a arte de fazer bons amigos nos dá a oportunidade de ser feliz e não sentir solidão.

NARRAR- Dr. Bezerra- O Grande Amigo

Pedir que o grupo comente e,se souber,conte outros fatos da vida de DR.Bezerra de Menezes ou de outra pessoa que tenha revelado verdadeiro(a)amigo(a).

Concluir explicando que Dr.Bezerra era o amigo que todos - familiares,clientes e, até desconhecidos- podiam contar nas situações difícéis da vida,quando se reconhece o verdadeiro amigo.

E na sua comunidade,você conhece alguém que seja um verdadeiro amigo?

ATIVIDADE CRIATIVA

Separar potinhos com guache de várias cores.Distribuir uma folha de papel(ou embalagem pequenas de isopor) e um pincel para cada criança.Pedir que façam um lindo quadro que será dado para alguém que consideram um bom amigo, como prova de amizade.

DR.BEZERRA- O GRANDE AMIGO

Há muitos anos atrás viveu no Rio de Janeiro um médico muito famoso: Adolfo Bezerra de Menezes, que também foi político.Homem honesto,digno, foi vereador e deputado. Porém Dr.Bezerra ficou conhecido por ser um verdadeiro amigo dos ricos quanto dos muitos necessitados. Por isso ele também recebeu muita ajuda.

Fig.1-Quando era ainda estudante de medicina,estava em sérias dificuldades financeiras e precisava de uma quantia relativamente grande para pagar algumas despesas da Faculdade e o seu aluguel atrasado. O proprietário ameaçava o jovem Adolfo de despejá-lo.Onde ele iria morar? Como pagar a faculdade?Adolfo estava muito preocupado.Mas nunca esqueceu de Deus e fez uma prece fervorosa.

Fig.2-Dias depois bateu à sua porta um rapaz que queria aulas particulares de matemática. Bezerra resolveu aceitar,mesmo não gostando da matéria.O rapaz disse que iria pagar todas as aulas antecipadamente para não gastar o dinheiro.Era a quantia certa para pagar todas as suas contas! Bezerra ficou muito feliz e o rapaz também.Combinaram dia e hora para inicio das aulas.Bezerra estudou muito a matéria,mas o aluno...nunca mais apareceu!
Já formado médico Dr.Bezerra atendia os seus clientes no consultório da Francisco Cordeiro,no centro da cidade do Rio de Janeiro.
O consultório estava sempre cheio.Gente pobre e rica.Figuras da alta sociedade e gente faminta, miserável, em busca de um bom amigo.Pagava a consulta somente quem podia pagar.
Fig.3- Um dia chegou no consultório uma pobre mulher com uma criança doente.O aspecto dos dois era de miséria e fome. Bezerra atendeu a criança e deu a receita à mãe dizendo que poderia comprar os remédios na própria farmácia.
-Comprá-los com que dinheiro,doutor?Não tenho um centavo nem para comer. Eu e meu filho estamos em jejum...
O bondoso amigo olhou para a mãe e ambos choraram.
- Espere, minha filha-disse Dr. Bezerra- vou ajudá-la.
Colocou as mãos nos bolsos da calça e do paletó e nada encontrou.Saiu da sala procurando o amigo Cordeiro, bondoso dono da farmácia.
-Das consultas de hoje quantos temos de dinheiro?
-Nada,ele respondeu.Ninguém pôde pagar.
- E das consultas de ontem?
O amigo então entregou-lhe um envelope.
Bezerra agradeceu e voltou ao consultório entregando o envelope à pobre mãe sem ao menos saber o quando estava dando.
- Compre os remédios,o leite para a criança e a comida que precisa.
A pobre mulher surpresa com a oferta, nada conseguiu falar e chorou abraçada ao bondoso médico.
- Nada de lágrimas,vá na santa paz de Deus.Seu filhinho ficará bom...
E assim, dia após dia,Dr.Bezerra continuava atendendo a muitos clientes mas a maioria nada pagava e todos que o procuravam saíam agradecidos ao bom amigo Dr.Bezerra- o amigo dos pobres.







terça-feira, 25 de agosto de 2009

HISTÓRIA SIMBÓLICA SOBRE EVOLUÇÃO ESPIRITUAL



Numa pequena escola de aldeia, o professor (grav.1) surpreendia seus alunos com a revelação de que no alto de (grav.2) íngreme montanha havia extraordinário tesouro. Tão grande era aquela riqueza, que encheria de felicidade a vida de quem a possuísse.
Os alunos mostravam-se muito interessados em conquistar o precioso tesouro, mas, para tanto, seria necessário escalar a montanha, onde existiam muitos obstáculos e perigos.
Como não estivessem preparados, o mestre, pacientemente, passou a instruí-los, dia após dia, desvendando todos os segredos da difícil escalada.
Não iludiu os aprendizes quanto às dificuldades que encontrariam, mas falou da importância da cooperação entre eles. Ensinou-lhes técnicas de difícil execução, fez inúmeras demonstrações, que bem revelavam todo o seu saber; despediu-se e partiu.
Os aprendizes puseram-se em campo para a conquista, do tesouro. Muitos, do sopé da montanha, olhavam desanimado o caminho a percorrer e desistiam (grav.3). Outros começavam a subida, mas arranhados nas asperezas da caminhada, doloridos, mostravam-se contrariados com os obstáculos a transpor (grav.4). Alguns, mais perseverantes punham em prática as lições aprendidas com o mestre e nem irritados nem desanimados, iam vencendo um a um os obstáculos cada vitória dava-lhes alegria. Nas dificuldades maiores, amparavam-se mutuamente e emprestavam as ferramentas de que dispunham para facilitar a caminhada (grav. 5). Os que iam á frente ensinavam o segredo das suas vitórias aos que estavam mais abaixo. Assim, alguns já haviam alcançados o cume da montanha. Exultavam de alegria (grav.6). Alcançaram o tesouro inestimável e singular! Todos o compartilhavam, mas ninguém era seu proprietário. Entenderam que a grande felicidade que sentiam era justamente poder compartilhá-lo.
E do alto da montanha, contemplavam os que estavam abaixo, indecisos e sofridos. Resolveram, então, ir ao encontro deles, estender-lhes as mãos e ensinar-lhes novamente as experiências vitoriosas da subida.
Cada um, tomando uma direção retornou confiante ao sopé da montanha para auxiliar seus companheiros (grav.7).

Essa história retrata a evolução do espírito.

A montanha íngreme com seus obstáculos representa o caminho da evolução, isto é a vida e seus desafios, exigindo-nos paciência e esforço para vencê-los.

A escola é a Terra, cujo mestre principal é Jesus, que nos ensinou os meios de alcançarmos os tesouros da felicidade.

Os aprendizes somos todos nós, em níveis diferentes de evolução. Uns desanimados, outros queixosos diante das dificuldades, outros mais à frente, vencedores e alguns já tendo alcançado o tesouro da bondade e da sabedoria.
Estes vêm a Terra desempenhar importantes missões de ajuda às criaturas.
















O PASSE E A ÁGUA FLUIDIFICADA



Quais os tipos mais comuns de remédio que temos em casa ?
A maioria deles servem para aliviar ou curar a dor ou doença como: mercúrio, merthiolate, band-aid , esparadrapo, gaze, água oxigenada, algodão, termômetro, melhoral infantil, xarope, etc..
Todos já usaram remédios como estes daqui para ficarem curados? Para sarar?
Onde papai e mamãe compram esses remédios?
_ Ah! Na Farmácia.... Legal.. Vocês sabiam que aqui no Centro Espírita, tem um remédio muito bom para ajudar a curar machicados, febres, dores de barriga, tristeza, cara fechada, carinha emburrada, vontade de chorar à toa, cansaço que vocês não precisam comprar pois ele é de graça?
Vamos ver como é que é isto?

Este é o Carlão e ele é quem vai contar para vocês o nome deste remédio e os
nomes das pessoas que podem dá-lo para vocês.

_ Oi gente! Vocês querem ouvir a minha história?

_ Um dia né, quando tava lá na minha casa eu fiquei muito gripado, espirrando, tossindo, com febre. Aí minha mãe colocou um termômetro debaixo do meu braço e depois me deu remédio. Eu bebi tudo! Aí a febre passou...
_ No Sábado(o dia da EEE de sua CE) e era o dia d'eu ir pra Escola Espírita. Quando eu tava indo pra lá eu não vi um buraco e cai de cara no chão.
_ E você machucou?
_ machuquei - responde Carlão - machuquei muito(com voz chorosa )
_ Deixa eu ver. Vou lhe ajudar!
_ E agora , tá parando de doer?
_ Um pouco . Agora eu já consigo andar!
_ Daí eu fui pra escola e contei pra tia que tava tossindo, tive febre, fiquei doente. Então ela gosta muiiiiiiiiiiiito de mim e pra me ajudar me deu o remédio que as pessoas tem na escola: O PASSE. Agora eu vou receber o passe e vou fazer uma prece junto com a tia.
Vamos ajudar o Carlão orando junto .
_ Será que ele melhorou?
Carlão responde:
_ Melhorei, Estou bem bem melhor!
_ Que bom! Diz o Evangelizador abraçando o boneco.
_ Viram só? Eu melhorei porque tomei o remédio lá em casa e depois ganhei outro remédio aqui que me ajudou a ficar bom ainda mais depressa: O passe!
Viva! Agora posso brincar com vocês(O boneco dá um abraço em cada criança)
Com Carlão no colo, o evangelizador explicará que ele estava doente , gripado, machucado e por isso precisou de remédios: em caso do melhoral , do curativo e ali do passe.

Além do passe, nós temos aqui no Centro um outro tipo de remédio que não é o passe. Vamos ver?
Com uma jarra com água filtrada sobre a mesa e faremos uma prece os Espíritos bondosos irão colocar remedinhos nela que irão ajudar a melhorar doenças, tristezas, etc..

Vamos tomar água fluidificada, ela não tem gosto de remédio e ajuda a melhorar quem estiver doente.
NEFA 2004

PLANO DE AULA

O PASSE

Objetivo: A criança deverá identificar o que seja um passe, suas características, para ir iniciando um discernimento quanto à necessidade e oportunidade de sua utilização.

01. Prece

02. Canções para harmonizar

03. Propor o Jogo do aquário: o tema da aula vai ser dado pelo evangelizador e após o término da exposição do tema inicia-se o jogo.

04. Desenvolvimento e incentivo inicial:

Retirar de uma sacola, comprimidos, frascos de remédios, esparadrapo e pedir que as crianças nomeiem e digam para que servem e quando são usados. Deverá explorar bem o material, deixando que as crianças os manuseiem; deixando que as crianças falem de outros remédios, se já tomaram remédios, se já ficaram doentes, se gostam se não gostam como elas se sentem em relação a eles.

Todos aqui já ficaram doentes ou caíram e se machucaram? Todos já usaram remédios como estes daqui para ficarem curados? Para sarar? Onde papai e mamãe compram esses remédios? Ah! Na Farmácia... Legal...

E quando ficam muitos tristes, desanimados ou irritados com raiva, que fazem para melhorar? (Deixar que exponham suas opiniões e experiências) .

Vocês sabiam que na casa espírita temos um remédio que ajuda a curar os machucados, feridas, dores de barriga, carinhas emburradas, tristeza, vontade de chorar à toa e cansaço?E é um remédio que não se compra na farmácia ou se pega no posto de saúde; que ele é dado de graça por pessoas de boa vontade. Após as resposta... É o passe. Mas o que é passe? O Passe é uma transmissão de energia, assim como o sol transmite sua energia, calor a nós, o passista transmite energias que ele recebe do mundo espiritual. (Apresentar aos evangelizando gravuras).

Em nosso perispírito (corpo fluídico) ficam registrado muitas de nossas emoções, tanto as boas como as ruins. As ruins nos fazem ficar doentes, são aqueles sentimentos de raiva, egoísmo, irritação, rancor e vingança que guardamos e que tanto faz mal para o corpo, provocando dor de cabeça, desânimo, mal-humor. Quando recebemos o passe, todos os sentimentos ruins que temos na alma dispersam, é como estarmos vestidos com uma roupa muito suja e tomar banho e vestir roupa limpa. Assim é o passe, tomamos um banho de luzinhas que saem das mãos do passista que retira toda a sujeirinha (sentimentos e pensamentos ruins).

O passe ele ajuda nos equilibrar nosso organismo e nossas emoções. Mas se quisermos a nos sentir bem por muito tempo, devemos manter a harmonia interior, através de pensamentos de bondade, paciência, carinho, respeito e compreensão. Afinal, os espíritos podem nos ajudar, mas nós é que somos donos de nossa casa interior e dos pensamentos que nela acolhemos.
Quase todas as pessoas podem dar passe, basta ter boa vontade e amor ao próximo. O companheiro saudável ou passista cede energias dele e dos espíritos para o doente. O passe é operação de boa vontade, ato de amor e doação. Para o passista (aplicador do passe) é uma oportunidade de trabalho. Quando o passista aplica o passe ele está em prece e seus pensamentos são elevados,pensamento s de amor.
Ele deve ter o desejo de ajudar sinceramente, confiar em Deus e estar sereno. Para conseguir isso: ele ora. Assim procedendo, o passista liga-se ao plano espiritual para poder captar as melhores energias possíveis e transmiti-las as pessoas que recebem o passe.

Existem três tipos de passe:

1. O magnético, o passista doa grande parte de sua energia com as espirituais.

2. O espiritual, a energia transmitida através do passista é feita em grande parte pelos Espíritos.

3. O humano-espiritual é utilizada mista, a energia do encarnado com a dos Espíritos, e é o passe mais comum.

O Passe foi criado por quem? Pelo espiritismo? Na verdade Jesus efetuava passes quando curava impondo as mãos sobre os doentes. A mãe quando sopra um machucado do filho, com amor e intenção de curar, está lhe aplicando um passe, os evangélicos quando dão a “Paz do Senhor” estão efetuando um passe, assim como os católicos quando impõem as mãos e dão a benção final em seus rituais, etc.

05. JOGO DO AQUÁRIO

Objetivo: Fixação de conteúdos.

Tema: O Passe

Como Fazer: Fichas em forma de peixes (10 ao todo). Aquários com espaço para 10 peixes. Vinte peixinhos de cartolina.

Como Jogar: Joga-se em até 5 participantes. Cada um na sua vez sorteia uma ficha. Para perguntas respondidas corretamente, se pega 2 peixinhos (se errar devolve 2 peixinhos). O objetivo do jogo é completar os 10 peixes da cartela.



QUESTIONÁRIO

1. O que é passe? Transmissão de energia e fluidos.

2. A transmissão de energia é feita de quem para quem? A transmissão de energia é feita de uma pessoa encarnada auxiliada magneticamente por um espírito para a pessoa necessitada.

3. Qual a importância do passe? Quando recebemos passe, os fluidos e energias radiadas pelas mãos do passista nos ajudam a equilibrar a saúde física e espiritual.

4. Quando devo tomar passe? Ele é o remédio ideal para a mente. Devo tomar quando Há necessidade, como exemplo se estou doente ou muito triste e desanimado.

5. Que acontece quando recebo o passe? Ele nos ajuda a equilibrar nosso organismo e emoções, nos fortalece o espírito nos dando coragem e nos harmonizando.

6. Se eu estiver doente e receber o passe preciso de médico? O Passe é um tipo de remédio que ajuda nosso organismo, mas necessitamos de tratamento médico também.

7. Só os espíritas aplicam passe? Não o passe ou a transmissão de fluidos é utilizado por nós mesmos ou outras crenças, exemplo temos da mãe quando sopra um machucado do filho, com amor e intenção de curar, dos evangélicos quando dão a “Paz do Senhor” estão efetuando um passe, assim como os católicos quando impõem as mãos e dão a benção final em seus rituais.

8. Todos podem dar passe? O Passe, assim como a comunicação mediúnica, não é exclusivo dos espíritas: qualquer um, independente de sexo, ou religião, pode aplicar ou receber um passe. O passe é operação de boa vontade, ato de amor e doação. Para o passista (aplicador do passe) é uma oportunidade de trabalho.

06. Atividade escrita.

domingo, 23 de agosto de 2009

NOSSOS AMIGOS DE TODOS OS DIAS

Teatro de Sombras

Tema: Higiene Corporal



Personagens: Nicota e Mariazinha - escova e pasta de dentes;

Paulinho e Carlota - sabonete e toalha

Juca e Nico - pente e espelho

Biloca e Pim-Pim - água e sol

Apresentador - palhacinho Dengoso.



DENGOSO: Alô pessoal! Que beleza! Eu estou aqui com vocês. Estou dando pulos de alegria! (palmas) Hoje, antes de cantarmos juntos a minha canção, vou trazer para vocês os nossos queridos amigos de todos os dias. Eles estão aí! Em primeiro lugar... com vocês ... A escova de dentes, trazida pela Nicota e pela Mariazinha! Vamos recebe-las com palmas! Muito bem!

NICOTA E Quando vocês de manhã, as põe para trabalhar

MARIAZINHA Os dentinhos cm certeza bem limpinhos vão ficar.

(juntas) E antes de irem dormir, usem-nas novamente,

pois Jesus que tudo vê, vai ficar muito contente!

DENGOSO Palmas! Muito bem! Gostaram do versinho? Então viva! Agora vão chegar junto a vocês nossos queridos amigos de todo dia, que Paulinho e Carlota trouxeram para vocês: o Sabonete e a Toalha! (palmas) Vamos ouvir em silencio o que a Carlota vai dizer da Toalha e o Paulinho vai dizer do sabonete. Atenção, crianças, muita atenção! Com vocês o Paulinho!

PAULINHO O sabonete, crianças, é feito das plantas amigas,

deste torrão tão florido, desta terra tão bonita!

Ele é todo cheiroso e gosta de trabalhar.

cheirinho tão gostoso em cada um vai deixar!

DENGOSO Palmas! Palmas! Viva o querido sabonete! Agora, silencio! Vamos ouvir a Carlota recitando o versinho da toalha:

CARLOTA Depois de bem lavadinhos é ela quem vai enxugar.

Mas por favor amiguinhos, deixem-na estendida a secar.

Pode ser bem pobrezinha mas limpinha precisa ser

Se estiver com um furinho corram loga para cozer

DENGOSO: Que beleza! Que amiguinhos formidáveis temos! Voces gostaram? Estão aprendendo com eles a gostar dos amiguinhos de cada dia? Então vamos trazer para vocês, que são crianças muito queridas, outros dois amiguinhos muito importantes mesmo! Com vocês: Juca e Nico, trazendo os tão queridos amigos: o Pente e o Espelho! (palmas)

JUCA Obrigado amiguinhos por prestarem atenção

NICO trazemos o pente e o espelho à sua disposição.

(juntos) Eles gostam de conservar a aparência de voces!

Os cabelos no lugar precisam ter sua vez.

O pente perto do espelho, precisa sempre ficar.

Por isso minhas crianças, po-nham tu-do no lu-gar.





DENGOSO Palmas! Que alegria aprender tanta coisa! Agora sabem quem está chegando? São dois amigos grandes, maravilhosos, porque sem eles não podemos receber a ajuda dos outros amiguinhos! Com vocês, para recitar os versinhos, de cada um, aqui estão Biloca e Pim-Pim! Desta vez vocês vão adivinhar o nome dos amiguinhos que a Biloca e o Pim-Pim falarão nos versinhos. Com vocês, Biloca! (palmas)

BILOCA Está dentro da panela, para o feijão cozinhar

Sai da bica e do chuveiro quando alguém quer se lavar.

DENGOSO Quem de vocês adivinha sobre o que a Biloca falou? (aguardar manifestação da platéia) Muito bem! É a água! Tão importante em nossas vidas! Agora é a vez do Pim-Pim falar-lhes também de alguma coisa importantíssima!

PIM-PIM Ele seca as roupas, crianças, e aquece com prazer

Dá alegria e esperanças, e faz a todos crescer.

No fim do dia se esconde, pois é hora de anoitecer

Vocês vão dormir, ele descansa até o novo dia nascer.

DENGOSO E agora, de que lhes falou o Pim-Pim? (esperar a manifestação das crianças) Muito bem! É o nosso amigo Sol! Digamos todos juntos: Irmão Sol, um grande abraço para você! Muito bem, crianças! Agora todos os nossos amiguinhos: Nicota e Mariazinha; Paulinho e Carlota; Juca e Nico; Biloca e Pim-Pim vão se despedir de vocês, cantando a nossa canção. Todo mundo cantando comigo:

O Palhacinho Dengoso bate ligeiro com as mãos;

O Palhacinho Dengoso bate o pezinho no chão

O Palhacinho Dengoso vira a cabeça assim

O Palhacinho Dengoso dá cambalhota assim.

La- la-la-

(Repete-se do inicio e quando chega a ultima frase, substitui-se por “sabe dançar assim.)


(Desconheço a autoria - quem souber favor enviar o nome para darmos os devidos créditos)

TEMA: LEI DE SOCIEDADE

EVANGELIZAÇÃO INFANTIL – NÚCLEO ESPÍRITA “O SEMEADOR”
CICLO I – FAIXA ETÁRIA: 6 A 7 anos –·
OBJETIVO INFORMATIVO: Informar que Deus fez o homem para viver em sociedade.


· OBJETIVO FORMATIVO: Formar na criança hábitos de conduta mais pacientes para com o próximo através da consciência de que dependemos uns dos outros.

· MATERIAL: Arvore com frutos , grande, desenho de rio passando perto da árvore, deixar previamente colado na parede da sala. Massa de modelar, cartolinas brancas, lápis, borracha, lápis de cor, fita dupla face.

1) INCENTIVAÇÃO INICIAL

Alguém já viu uma floresta? Em desenhos, filmes, etc... Quem pode me dizer o que tem em uma floresta? Árvores, animais, rios...
Então vamos montar uma, divide-se a classe em turmas, dá-se pedaços de cartolina para cada grupo, cada criança fica responsável por desenhar e pintar uma parte, ou seja, um papagaio, um passarinho, coelho, flores, tartaruga, sol, nuvens, coruja, ......
Depois de pronto, solicitar que as crianças prendam na floresta que está na parede da sala.

2) DESENVOLVIMENTO:

A evangelizadora que vai contar a história senta-se próximo á floresta e começa a manusear a massinha enquanto vai conversando com as crianças, _ Nessa floresta que fizemos agora , moram muitos animais, inclusive uma tartaruga (moldar a tartaruga), como esta aqui, vamos dar nome a ela? (crianças escolhem o nome) , era muito inteligente e gostava muito de passear pela floresta, mas era muito nervosa, não tinha paciência com nada, nem com ninguém ,não tinha amigos, vivia isolada, se alguém vinha pedir ajuda ela já ia resmungando – Não tenho tempo nem paciência para ajudar! Um dia estava ela passeando pela floresta quando ouviu um gemido, era o coelhinho (moldar coelhinho) que havia dado um salto muito alto e machucou a perna: _ Dona xxxxxx me ajude! Estou com muita dor! _ Ora se vou ajudar, se não ficasse pulando por aí, não teria se machucado! Nisso veio o macaco (moldar) e a coruja (moldar) e ajudaram o coelho. De outra feita o macaco pediu para que a tartaruga o ajudasse a melhorar na leitura, pois ele tinha dificuldade e sabia que ela sabia ler muito bem _ Não tenho paciência de ensinar nada a ninguém! A coruja (moldar) que tudo ouvia ofereceu-se para a judar o macaco. Um dia o filhote (moldar) do sabiá que morava na árvore grande, num momento em que a mãe havia saído para buscar comida, caiu do ninho, todos vieram socorrer, ele estava muito machucado _ Dona xxxxxxx por favor, chame o médico que mora perto de sua casa que vamos tentar enviá-lo de volta ao ninho! _ Até parece! Já não tenho filhos, não tenho paciência com estrepolias de criança! E foi-se embora.
Mas em um belo dia Dona xxxxxx estava passeando quando tropeçou em uma pedra e rolou morro abaixo, (moldar morro) ficando de barriga para cima exposta a um sol muito forte, e começou a gemer e pedir por socorro _ socorro! Alguém me ajude! Estou com dor, estou queimando! Todos os bicho ouviram os gritos de socorro e foram ver quem pedia por socorro, ao verem que era a dona xxxx, ficaram em dúvida se ajudavam ou não, pois ela era sempre tão impaciente com todos, mas o sabiá veio decidido e desvirando a tartaruga falou, _vamos gente, vamos ajudar! Chamem o médico! _ Mas porque vamos ajudar! Ela não se importa com ninguém! Disseram todos.
_ Ora gente (respondeu o sabiá) Nós vivemos em uma floresta e dependemos uns dos outros para sobreviver e aprender, se formos agir como a dona xxxx aonde vamos parar! Não iremos sobreviver! Todos com as sábias palavras do Sabiá correram a ajudar dona xxxx.
Desde esse dia dona xxxx, continua fazendo seus passeios pela floresta, mas só que agora, fique muito atenta para ver se não tem ninguém precisando de ajuda e até está dando aula de alfabetização para os animaizinhos carentes.

Na nossa vida, não nascemos sabendo, tivemos que ter pessoas com paciência para nos ajudar a dar os primeiros passos, a falar e depois, na escola, tivemos que ter professores a nos orientar, e assim por diante. Todos nós fomos criados por Deus para viver em sociedade, se não fosse assim porque iríamos nascer com a capacidade da fala? Da comunicação? Ninguém nasce sabendo, então uns ajudam os outros, os que sabem ensinam aqueles que ainda não sabem e assim por diante. E é através da convivência com as outras pessoas que aprendemos a amar, a praticar a caridade, a fazer o bem, pois essas coisas não seriam possíveis se não convivêssemos uns com os outros.
Já pensaram se cada um vivesse por si como a tartaruga? Se as pessoas resolvessem viver isoladas? Vamos imaginar o que aconteceria: Na escola a professora só colocaria a lição na lousa e não explicaria nada, não teríamos médico, porque quem iria ensinar a medicina? Já que ninguém iria ajudar ninguém, em casa os pais e os filhos ficariam sem conversar.
Por isso que temos de ser tolerantes uns para com os outros. Alguém pode me dizer o que é ser tolerante?(ter paciência, aceitar a limitação do outro, pois também temos as nossas limitações).Sabe porque temos de ser tolerantes ? porque todos nos temos necessidade uns dos outros , muitas vezes precisamos que sejam tolerantes conosco, sem a cooperação de uns para com os outros jamais evoluiríamos.

3) ATIVIDADE:

Dividir a sala em dois ou três grupos, será dado cinco minutos para que se organizem e representem situações onde seríamos tolerantes: ex. professora ensinando, balconista atendendo em fila de banco ou loja. Deixar a princípio livre, deixar que usem de criatividade, se perceber que há dificuldade pode-se propor algum tema. ( dei uma aula sobre tolerância para crianças de seis anos e foi muito engraçado, um grupo representou a mãe brigando por causa da bagunça e vinha outra pessoa, não lembro se pai ou avô,

4) AVALIAÇÃO/FIXAÇÃO:
Dar massinha para as crianças e cada uma vai moldar a parte da história que mais gostou, pode ser um bichinho, uma árvore, uma flor, deixar livre, mas dentro do tema moldar o que ela achar que mais marcou.
5) PRECE FINAL

sábado, 22 de agosto de 2009

O NATAL DE FRED


NARRADOR: Frederico morava num lindo lugar que tinha forma de um coração. Um lugar cheio de flores e cercado de água por todos os lados. O nome do lugar era Ilha do Coração.
Todo o dia Fred via o
sol nascer e dizia:
FRED: É natal do sol! O sol está nascendo!
NARRADOR: Fred via a flor nascendo e dizia:
FRED: A flor nasceu! É o natal da flor!
NARRADOR: Via a lagarta virando borboleta e dizia:
FRED: É o natal da borboleta!
NARRADOR: E assim, Fred ficava anunciando o natal das flores, dos animais, das pessoas, de tudo!
Um dia, Fred saiu passeando pela Ilha do Coração, chegou bem perto da água, entrou no barquinho e saiu navegando.
FRED: Vou ver o natal por aí...
NARRADOR: Chegou numa cidade que estava toda iluminada e enfeitada de bolas vermelhas, azuis, amarelas e verdes! Fred ficou espantado e perguntou a uma moça que passava.
(moça carregando sacolas cheias de presentes, ela não responde a Fred e continua seu caminho)
FRED: Natal é enfeite?
GARI: Garoto dê-me licença! É natal e a calçada deve estar limpa!
FRED: O que é natal nesta cidade?
(o rapaz não responde e continua varrendo).
VENDEDOR AMBULANTE: Comprem seus presentes! Qualquer coisa por um real! Aproveitem!
FRED: Por que tanto enfeite? Todo dia é assim?
VENDEDOR AMBULANTE: Não. É por que
Está chegando o natal. (o vendedor sai apressado).
FRED: Natal de quem? Nesta cidade... Natal é enfeite?
MENINA: - (Uma menina passa com a mãe)
- Compra mamãe! Compra o brinquedo! É natal!
MÃE: Precisamos ir ao supermercado comprar, bebidas, bolo e salgadinho. É para o natal.
FRED: Que natal é este!(pergunta para as duas, que continuam andando e nem respondem)
FRED: Então, natal nesta cidade é... Comida?! Tenho que descobrir. (Fred continua andando e vê duas jovens conversando animadas).
JOVEM 1: Vou comprar aquela calça para o natal.
JOVEM 2: Eu vou comprar um vestido
Novo para o natal.
(Fred olha espantado para as jovens e continua andando).
FRED: Não estou entendendo nada! O que é o natal nesta cidade?
NARRADOR: Fred sem entender o que era o natal naquela cidade sentou-se para descansar e acabou dormindo.
(entra um casal, a mulher grávida, já para dar a luz).
FRED: (acordando e vendo aquele casal passar).
-Onde vai ser o natal do neném?
MULHER: Aqui mesmo, não temos casa!
NARRADOR: Fred caminhou com o casal batendo de porta em porta.
FRED: Por favor, vejam!Uma criança vai nascer!É natal de uma criança! Vocês podem arranjar um lugarzinho na sua casa?
HOMEM: Não temos lugar para ninguém aqui. (saem e batem em outra casa).
FRED: Moça há lugar aqui para este casal? O neném está para nascer.
MOÇA: A casa está cheia, não podemos receber mais ninguém. (saem e batem em outra porta, surge um homem simpático)
HOMEM: Boa noite!
(Fred fala mostrando a mulher grávida)
FRED: É noite de natal!Vai nascer uma criança na rua. Vocês não têm um lugarzinho para eles?Eles se chamam João e Rosa.
HOMEM: Entrem, entrem! Nossa casa é pobre, mas dá para receber vocês.
(o casal entra e Fred fica esperando. Ouve-se um choro de neném e o homem dono da casa vem falar com Fred)
HOMEM: O neném nasceu!
FRED: É natal! É natal! Nasceu uma criança!Ela não tem roupa, não tem alimento. A criança está com fome! A mãe está com fome! O pai também quer comida!(saem pessoas de vários lugares com presentes para o neném)
MENINA: Mamãe vou dar o leite para o neném que nasceu hoje!
JOVEM: Vou dar minha coberta para o neném que está com frio!
MENINO: Esta roupinha é para a criança que nasceu!É natal!
NARRADOR: E Fred viu que todos ofertavam alguma coisa para a criança que havia nascido. Viu a fraternidade brotando do coração daquelas pessoas. Viu o natal brotando nos corações das pessoas. Era o natal da bondade, da fraternidade.
MENINA: Vou dar o meu sorriso para a criança!
MENINO: Vou dar os parabéns aos pais do neném.
JOÃO (pai)- Obrigado, Fred! Obrigado por tudo que fez por nós! Feliz Natal!
FRED: Feliz Natal!
NARRADOR: Fred volta ao lugar que tinha deixado seu barquinho e navega de volta à Ilha do Coração.
FRED: As pessoas daquela cidade não sabem o que é Natal;
Natal não é enfeite! Natal não é brinquedo!
Natal não é doce! Natal não é chocolate!
Natal não é bebida! Natal não é roupa nova!
Natal não é cidade limpa! Natal não é cartaz pela rua!
Natal não é televisão anunciando artigos mais baratos.
(pequena pausa) (Fred sorri feliz e fala)
Mas, naquela cidade eu consegui também ver o natal!
Vi um menino nascendo...
Vi gente repartindo...
Vi o amor no coração das pessoas...
NARRADOR: "Natal! Reparte o carinho que te envolve a noite santa. Veste, alimenta e levanta o companheiro a chorar. E, na glória do caminho dos teus gestos redentores, recorda por onde fores,que o Cristo nasceu num lar."
(enquanto o narrador vai falando voltam todas as personagens)
TODOS: FELIZ NATAL!

(Livro- Natal de Fred-Ir.Maria Crismanda Saraiva de Oliveira- adaptação-Grupo Espírita Joana D'arc.)










O VERDADEIRO NATAL










































AS TRÊS ESTRELINHAS


CENA I

NARRADOR- O céu salpicado de pontinhos luminosos e três deles se destacavam. Eram: a Estrelinha Azul, Estrelinha Dourada e Estrelinha Amarela. E bem perto delas estava Dona Lua, bela e tão serena! Que encanto!

As estrelinhas cantavam alegremente...

Estrelinhas: Pisca, Pisca Estrelinha.

NARRADOR- Dona Lua aproximando-se perguntou:

Lua- Estrelinhas, vocês já observaram o planeta Terra?
E. Azul- Sempre a vejo daqui, mas nunca fui lá...
E. Amarela- Nem eu.
E. Dourada- Tenho vontade de conhecê-lo.
Lua- Observem bem o planeta Terra e vejam que confusão. Pessoas vão e vêm apressadas. Correm, correm e às vezes nem sabem por que estão correndo.
E. Amarela- É mesmo!!! Que coisa horrível!!!
Lua- Estão agitadas, não param para pensar....
E. Azul- E saber pensar é tão importante...
E. Dourada- Sem pensar corretamente não se pode ser feliz...
Lua- Não se pode aprender, não é mesmo???
3 estrelas- È verdade Dona Lua!
Lua- A maioria das pessoas na Terra está desligada de Deus.
E. Dourada- Que pena!!!
Lua- Com isso, ninguém entende ninguém. ( ver posição entristecida das 4 no palco)

NARRADOR- As estrelinhas condoídas, olhando a Terra girando no espaço disseram ao mesmo tempo.

Estrelinhas- Dona Lua, precisamos fazer alguma coisa....

NARRADOR- Diante do interesse demonstrado pelas estrelinhas, Dona Lua sentiu um raio de esperança encher o seu coração.
Lua- Vocês estão dispostas, realmente, a ajudar as pessoas lá na Terra?
E. Dourada- Precisamos fazer isso!
E. Amarela- E já!!!!
Lua- Ótimo!!!Ótimo!!!

(a lua dirigindo-se a estrelinha dourada)

Você, Estrelinha Dourada, terá a missão, com sua luz, de ligar as criaturas com Deus.
E. Dourada- Assim farei.
Lua- A Estrelinha Azul as envolverá em vibrações de calma.
E. Azul- Está certo!!!
Lua- Uma vez ligadas a Deus e mais calmas, conseguirão refletir que nada estão fazendo pelo semelhante. Só trabalham para sua subsistência e nada mais.

(e dirigindo-se à Estrelinha Amarela)

Nessa hora, você, Estrelinha de luz amarela, dará forças às criaturas para dirigirem suas energias para o bem.
E. Amarela- Ficarei muito feliz em orientar os homens para dirigirem suas energias no sentido do bem.
Lua- (dirigindo-se às 3 estrelinhas) Se vocês conseguirem isto, haverá mais harmonia e paz entre os homens.

NARRADOR- Assim, as 3 estrelinhas partiram com destino à Terra, onde começam seus trabalhos.
Tentaram iluminar as pessoas adultas, mas como foi difícil!!!
Estavam por demais envolvidas com as coisas do mundo, tornando-se insensíveis.
As estrelinhas projetavam suas luzes, mas nada conseguiram.
Não sabiam mais o que fazer.

CENA I

Pessoas agitadas, agressivas (E. Azul)
-Pessoas revoltadas, blasfemando contra Deus e Jesus (E. Dourada)
Pessoas falando mal dos outros (E. Amarela)

CENA II

As estrelinhas ficam tristes e sozinhas no palco.

CENA III -(entram crianças brincando e as estrelinhas começam a brincar suas luzes sobre elas).

NARRADOR-Que fofura, que sensibilidade...
Ao passarem pelas estrelinhas, sentiram logo o efeito de suas luzes.

Criança 1 - Vou começar a rezar ao meu anjo da guarda para que me ajude a ser bondosa com meus irmãos e respeitar os mais velhos.

Criança 2- Eu vou pedira Deus que toda vez que eu tiver ímpetos de gritar com alguém, me ajude a ser calmo (a).

Criança 3 - Eu vou pedir tudo isso e mais ainda...
- Que me ajude a fazer o bem aos outros.

Criança 4 - Eu quero ser bom e justo também...

Criança 5 - Hei de fazer tudo para que todos sejam felizes...

NARRADOR- As estrelinhas cantavam de alegria porque, finalmente, haviam encontrado corações sensíveis às suas luzes.

Cena I-(crianças que saem alegremente)




Cena II-(enquanto as estrelinhas cantam alegremente).

Desde esse dia, onde estavam às crianças, as estrelinhas também estavam, pois ficaram na Terra por muito tempo, até o dia em que precisaram voltar ao encontro de Dona Lua, onde estão até hoje.

E estas verdadeiras mensageiras de Jesus continuam a velar pelas crianças. Felizes porque estão levando avante o trabalho de sensibilizar as pessoas, com suas atitudes de bondade, respeito e fé, contribuindo para que os homens tenham mais harmonia entre si.

DESCONHEÇO AUTORIA