terça-feira, 29 de setembro de 2009

NECESSIDADE DE MUDANÇAS

Idade: 11-12 anos
Objetivos:
- perceber que mudanças acontecem com planejamentos;- entender que elas ocorrem lentamente à medida do nosso esforço.
Incentivação:
- estabelecer diálogo com as crianças iniciando com uma pergunta: "Vocês - esperam muitas mudanças pessoais para esse ano? " Ouvir as crianças.
Desenvolvimento:
Após a conversação sobre as necessidades de mudanças que cada um encontra ou não em si, refletir com elas sobre o "como" essas mudanças vão acontecer. Exemplificar: quando queremos uma roupa nova mas não temos o dinheiro no momento, o quê vamos fazer? Com certeza vamos achar uma solução para conseguir isso: ou economizar, ou realizar algum serviço para obter o dinheiro, etc. Isso quer dizer que tomaremos uma atitude. A mesma coisa devemos fazer com as mudanças pessoais, morais. Basta dizer, "quero tirar notas melhores na escola", por exemplo? Só querer não resolve, não muda nada, é preciso tomar atitudes, renovar posturas. Sabemos que o que somos hoje é resultado do que fizemos no passado. Se não fui bom estudante ontem, meu futuro não será diferente se eu não me decidir por um novo comportamento, hoje. As situações não se modificam sozinhas. É preciso esforço e vontade de nossa parte. É preciso parar, refletir, analisar o por quê daquela situação e enfrentá-la, tomando decisões, fazendo novas escolhas, buscando novos caminhos. Não precisamos acertar sempre, mas devemos aproveitar a oportunidade de aprendizado.O evangelizador deve colocar para as crianças a necessidade de cada um de nós nos analisarmos procurando identificar aquilo que precisa ser trabalhado. Não apenas a relação entre as pessoas, mas nossos sentimentos também. A ansiedade antes de uma prova, por exemplo, pode me atrapalhar muito, como melhorar isso? As provocações de meu irmão que me deixam tão irritado, como posso trabalhar isso comigo mesmo? Minha família pode me ajudar? Eu posso colaborar para um ambiente melhor no lar? São situações do cotidiano que devemos pensar em mudar, já que sabemos que ninguém está em lugar errado...Concluir com as crianças que as situações difíceis que nos envolvem são justamente oportunidades de crescimento através de experiências.
Fixação:
o evangelizador entrega uma lista para cada criança com algumas situações vivenciadas por nós. As crianças deverão encontrar soluções para mudar aquelas situações no decorrer do ano. (poderá ser feito em grupo)Exemplos de situações: - não simpatizo com meu vizinho;- não tenho hábito de dialogar com meus familiares;- vou mau na escola, não estudo;- não tenho paciência com meu pai- etc,etc..
Beatriz de Almeida Rezende

LEI DE CAUSA E EFEITO

Idade: 11-12 anos
Objetivo: levar a criança a perceber que agimos, quer através do pensamento,quer através de uma atitude.

Entender que a toda ação praticada resultará uma reação.

Incentivação: ( com base no livro "As Leis Morais"... nossas decepções, fracassos, tristezas não decorrem de nossa "má estrela").
Perguntar:
a) Você aceita, valoriza e agradece a vida que tem? Ou está descontente? Queria que fosse diferente? Como?
b) Já passou pela sua cabeça a idéia de que Deus esqueceu de você, ou a vida é injusta ou que você não teve sorte?

Desenvolvimento: ( levar uma bola para exemplificar ação e reação) Segundo a Física, ação e reação é um princípio de Newton, também conhecido por Terceira Lei do Movimento de Newton. Segundo essa lei, sempre que um corpo exerce uma força sobre outro, este reage com uma força de mesma intensidade, mesma direção e em sentido contrário.

Causa e Efeito ou Ação e Reação: é uma lei divina que rege todos os elementos que compõem o universo. É o mecanismo da evolução, tendo como causa primeira, Deus.
"Não há efeito sem causa": tudo que existe no micro e macrocosmo tem uma causa anterior que lhe deu origem.
SOMOS CONSTRUTORES DO NOSSO PRÓPRIO DESTINO.
Ação boa: reação boa
Ação má: reação má

O objetivo da lei de Deus não é punir, mas educar. Somos criados simple e ignorantes ( simples, sem experiência, ignoantes, sem conhecimento). Aprendemos fazendo e como falta conhecimento, às vezes fazemos errado: se agimos mal, recebemos uma reação má, o que nos ensina a não fazer mais aquilo. Se sofremos, se algo na nossa vida não está bom, a causa está em alguma má ação. Como o efeito das ações praticadas nem sempre são imediatas, as pessoas costumam atribuir ao destino, a castigo de Deus ou à sorte, reações de ações praticadas há muito tempo.
O aparecimento dos efeitos de uma ação, pode ser:
a) a curto prazo: um acidente de veículo ou outro acidente qualquer, por imprudência. Uma agressão verbal ou física com a conseqüente reação do ofendido.
b) a médio prazo: após a morte do corpo físico
c) a longo prazo: em outras existências

Misericórdia Divina: da mesma forma que a lei dos homens tem para com os infratores que se comportam bem, a liberdade condicional, diminuição da pena, etc., a Lei de Deus mobiliza recursos de Misericórdia para aqueles que se façam merecedores.
Podemos mudar o destino que construimos com nossas ações do passado trabalhando no bem.
Fixação: em grupo ou individualmente, refletir sobre alguns acontecimentos do dia a dia deles que analisando agora, após essas reflexões poderiam ter tomado outro direcionamento.
Bibliografia:
Verdade e Luz 2002 pg. 11
Fonte Viva Lição 56
Ação e Reação
Evangelho Segundo o Espiritismo Cap. V Item 26

ALLAN KARDEC

7-8 ANOS


Distribuir o quebra-cabeça, em envelopes à turma dividida em grupos de dois.
(Gravura de Allan Kardec)

Pedir que montem o quebra-cabeça.

Perguntar à turma se conhecem a pessoa que está na figura.

Conversar com a turma sobre Kardec.

Narrar a história "Allan Kardec"

Fazer as seguintes perguntas:

1-Onde nasceu Hippolyte Leon Denizard Rivail?

2-Qual a sua profissão?

3-Como era a reunião que o Professor Rivail assistiu com seu amigo?

4-Com quem ele conversou em outras reuniões?

5-Que nome Hippolyte passou a usar?

6-O que é Espiritismo?


ALLAN KARDEC

Há muitos anos num país muito distante:a França ,nasceu um menino chamado Hippolyte Leon Denizard Rivail.
Ele nasceu no dia 3 de outubro de 1804,na cidade de Lion.
Quando criança,Hippolyte sempre mostrou-se bastante estudioso; por isso aprendia rápido.
Ainda muito moço tornou-se professor,dedicando -se a ensinar a todos aqueles que o procuravam.
Casou-se,mais tarde com a professora Gabrielle Boudet que o ajudavaem suas tarefas educativas.
Certa vez, levado por um amigo,o professor Hippolyte foi a uma reunião onde aconteciam fatos muito diferentes: as mesas moviam-se sozinhas e até... respondiam a perguntas que lhes fizessem!...
Ficou intrigado e, como pessoa estudiosa,interesso u-se em descobrir que força estranha realizava aqueles fenômenos.
Descobriu que os fenômenos eram provocados por espíritos.Desta maneira ele passou a conversar com os espíritos em outras reuniões,aprendendo muitas coisas.
Os espíritos disseram-lhe então que ele deveria a notar e verificar todos aqueles ensinamentos. Hippolyte assim fez e,algum tempo depois, publicou vários livros aos quais encontramos os ensinamentos do "Espiritismo" ,ou seja,da Doutrina dos Espíritos.
Esses livros foram publicados sob o nome
de Allan Kardec,que o professor adotou.

EXERCÍCIO

1-Risque a resposta certa:

a) Kardec nasceu na cidade de:

Lion Paris Rio de Janeiro

b) Seu nome verdadeiro era:

Hippolyte Leon Denizard Rivail

Hippolyte Denizard

Leon Rivail

c) O menino era :

sábio e alegre - inteligente e estudioso

triste e estudioso



2- Complete:

Ele adotou o nome de ------------ --------- ----

O Professor Hippolyte casou-se com ------------ -

A missão de Hippolyte era ------------ ---------

FONTE:APOSTILA DA FEB


UNIDADE: ESPIRITISMO
SUB-UNIDADE: ALLAN KARDEC




segunda-feira, 28 de setembro de 2009

GENTILEZA - A LAGARTINHA ZANGADA - MATERNAL

Narrar com recurso de cineminha:


Fig1 - Lá vai a Juju, a lagarta zangada.
- Que cara mais feia - disse a bicharada.
Os bichinhos do jardim não gostavam da lagarta.
Fig.2 - Nem mesmo a boa joaninha
De Juju quis ser amiguinha.
Fig.3 - O grilo teve uma idéia:
- Vamos ensinar palavrinhas mágicas para ajudar a coitadinha?
Fig.4 - Bom dia, Juju - falou a formiguinha.
Fig.5 - Com licença amiga lagarta - pede a abelha educada.
E de tanto ouvir:
- Obrigado - desculpe - por favor -
A cara de Juju acabou.
Fig.6 - E até - linda borboleta virou!

Perguntar:
- Vocês sabem o que são palavrinhas mágicas?

Ouvir as crianças e reforçar que as palavrinhas mágicas são as que deixam pessoas sempre felizes e fazem muitos amigos. Dizer algumas: obrigado, por favor, desculpe, gosto muito de você... e as situações em que devem ser usadas, dramatizando-as.







BOAS MANEIRAS

CRIANÇAS ORANDO







domingo, 27 de setembro de 2009

OS CONVITES DE JESUS

ATIVIDADE
Jesus ,durante sua vida na Terra, fez vários convites à Humanidade.
Vamos relacionar alguns destes convites aos seus ensinamentos?

1-Convite ao Amor
2-Convite à perfeição
3-Convite ao Bem
4-Convite ao Perdão
5-Convite à Oração
6-Convite à Fé
7-Convite à Vigilância
8-Convite ao Desprendimento
9-Convite à Humildade
10-Convite à Felicidade

( ) "Vigiai e orai"
( ) "Se tiveres a fé do tamanho de um grão de mostarda..."
( )"Assim como quereis que vos façam os homens,assim fazei vós a ele."
( )"Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração."
( )"Não ajunteis tesouros na Terra, onde as traças roem e os ladrões roubam."
( ) "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei."
( ) "Sede perfeitos como perfeito é o Vosso Pai Celestial."
( )"Omeu reino não é deste mundo."
( )"Pai, perdoa-lhe, pois eles não sabem o que fazem."
( )"Pai Nosso, que estais no Céu..."



DOMINÓ - OS CONVITES DE JESUS





MOISÉS


A CURA DO CEGO

AS BODAS DE CANÁ

MATEUS - DISCIPULO DE JESUS

sábado, 26 de setembro de 2009

RESPEITO A PROPRIEDADE ALHEIA

A Lição do Guarda-Chuva

Fig.1 – Numa casinha cercada de flores, morada uma família muito feliz: a mamãe e seus dois filhinhos: Tito e Tita. Tito e Tita são muito bons filhos, gostam de estudar, de ajudar a mamãe, mas também gostam de fazer uma coisa muito, muito feia! Tito e Tita têm a mania de mexer no que não lhes pertence!

Fig. 2 – Imaginem vocês que, num dia de chuva, a mãe deles recebeu uma visita e, muito educada, pendurou o guarda-chuva da visita para secar. Mas adivinhem o que fizeram as crianças? Saíram escondidas e apanharam o guarda-chuva da visita, fugiram para o rio e fizeram o guarda-chuva de barco.

Fig. 3 – Mas, o que eles não esperavam, aconteceu: a água corria com muita força e foi carregando o barquinho. E eles, sem saber o que fazer, começaram a gritar. Mas, por ali não havia ninguém que pudesse ajuda-los.

Fig. 4 – E agora? Foi aí que aconteceu o pior: deu uma ventania que eles não esperavam e foi levando o guarda-chuva para cima, subindo, subindo... Quando o ventou parou, sabem onde foram parar as crianças? Tchibum!!! Dentro da água! Ai que medo! Eles não sabiam nadar!
- Socorro! Socorro! - Gritavam os dois.
Fig. 5 – Havia ali um pescador e ele pescou os dois irmãos com um anzol.
- Ai que frio! - Gritava Tita
- Engoli muita água e estou tonto! - Falava Tito
O pescador quis saber o que tinha acontecido e, chorando muito, eles contaram o gesto feio de apanhar o guarda-chuva da visita para brincar. Então, o pescador brigou com os dois e fez com que eles prometessem nunca mais apanhar nada de ninguém, nem mexer no que não lhes pertencia. O pescador secou a roupinha molhada das crianças e Tito e Tita agradeceram muito a ele por tê-los ajudado e foram embora para casa, muito tristes.

Fig. 6 – O que iriam dizer a boa mãezinha? Pensaram, pensaram e acharam melhor contar toda a verdade e pedir-lhe desculpas, afinal isso é o certo. E então fizeram isso. Chegando em casa, contaram tudo e pediram desculpas a mãe e a visita também. A mamãe ficou muito triste e preocupada, pois não podia imaginar que seus filhinhos fizessem uma coisa tão feia.
Tito e Tita nunca mais esqueceram a lição do guarda-chuva. E desde esse dia, não mexeram em mais nada de ninguém e sempre cuidavam muito bem de tudo o que as visitas deixavam em sua casa.






COMPORTAMENTO NA ESCOLA

Objetivo: Refletir sobre o que é certo e errado fazer na escola

Material:

Desenvolvimento:

1 - Prece inicial e acolhida. (05 minutos)

2 - Introdução ao tema:

Vocês lembram que a semana passada a gente falou sobre nosso comportamento em casa. Revisar rapidamente no quebra-cabeça fixado no mural.
Hoje nós vamos falar de coisas que a gente faz na escola que são legais e outras que não são legais.

3 - Atividade motivação inicial:

Para gente começar vamos fazer uma brincadeira de acertar bolinha dentro da latinha. Cada latinha tem 1 número embaixo que corresponde a 1 situação na escola.

De acordo com o número, contar a situação e pedir para comentarem, dizendo se é certo ou errado e colar no cartaz (o cartaz está dividido em 2 partes: CERTO / ERRADO)

4 – Atividade de fixação

Após confeccionar o cartaz, cada criança fará desenhos representando ações que podem e que não podem ser feitas na escola.

5 - Prece de encerramento.





Rafaella Peneluppi

COMPORTAMENTO NO LAR

Objetivo: Refletir sobre o que é certo e errado; como podemos ajudar a fazer nosso lar mais feliz.

Material: quebra-cabeça de uma casa, cartolinas em pedaços para montar casa, palitos, cola, canetinha, lápis.

Desenvolvimento:

1 - Prece inicial e acolhida. (05 minutos)

2 - Introdução ao tema:

Hoje nós vamos falar de coisas que a gente faz em casa e que são legais e outras que não são legais.

ENCENAR USANDO AS CRIANÇAS :

- Mateus pega pra mamãe uma caneta lá no quarto
Ah, como você é folgada... Vai lá você...

- Bia, tira a roupa do chão...
Ai vó ta louca tudo eu... Tudo eu...

- Laura dá um danoninho pro papai
Ah mas o danoninho é meu... é pra mim comer... assim vai acabar

- Giovana pára de brigar com seu irmão.... Ajuda a mamãe cuidar dele
Ah ele é chato.... eu não vou te ajudar a cuidar dele

- A vó ta conversando Juninho, é conversa de adulto, dá licença...
Ah, mas eu quero saber também... Quero ouvir....

- Vinicius agora é hora de tomar banho... Chega de brincar
Mas eu quero brincar mais.... Não quero tomar banho... Choraaaaa...


3 - Atividade reflexiva:
Se a gente ficar fazendo essas coisas, nossa casa será um lugar feliz? Nossa família vai gostar se ficarmos sendo sem educação, respondendo o pai, a avó, etc.
O que a gente deve fazer para nossa casa ser um lar feliz?
Ex: ajudar a mamãe; fazer tarefa sem reclamar; dividir nossas coisas, respeitar os mais velhos, ser educado; etc.
Agora a gente vai montar um quebra-cabeça que tem algumas coisas que a gente pode fazer em casa para termos um lar mais feliz.
4 - Atividades de fixação:

Material: quebra-cabeça de uma casa, cartolinas em pedaços para montar casa, palitos, cola, canetinha, lápis.
Alternativa de atividade - Colorir a casinha e colocar uma cerca dos lados da casa com palito de picolé.

(25 minutos)

5 - Prece de encerramento.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

HIGIENE

O CORPO - INSTRUMENTO DO ESPÍRITO

TEMA- HIGIENE DO CORPO


Apresentar uma faixa de papel com a seguinte frase:

"NOSSO CORPO É NOSSO INSTRUMENTO DE TRABALHO NA TERRA".




Dividir a turma em grupos para comentá-la.



Ouvir as conclusões, complementando- as.



Apresentar outra faixa com a pergunta:



COMO DEVEMOS CUIDAR DO NOSSO CORPO?


Ouvir as conclusões, procurando globalizar os aspectos saúde, higiene e segurança física.



Dividir a turma em 3 grupos: SAÚDE - SEGURANÇA FISICA HIGIENE

Pedir que cada grupo faça um cartaz sobre aquilo que entendeu, focalizando o aspecto que coube ao grupo como tarefa.

Oferecer a turma material necessário para o trabalho.

CUIDADOS COM O CORPO

MUSICA

É BOM

CASSI SALLES - SALVADOR - BA

É bom ter as roupas limpinhas assim,
Escovar os dentes com cuidado assim,
Tomar todo dia um banho assim
Comer todo almoço e ser forte assim

É bom ter as unhas cortadas assim,
Comer lindas frutas lavadas assim
E chegando a noite sentir sono assim
Deitar na caminha e dormir assim.


Perguntar aos evangelizandos:

- Por que devemos escovar os dentes?

- Precisamos tomar banho? Por que?

- Por que devemos cortar as unhas?

Após ouvir as respostas, o Evangelizador manterá um diálogo com as crianças, utilizando ilustrações (tomar banho,lavar as mãos, cortar as unhas, escovar os dentes, etc)

Prosseguir fazendo um convite as crianças para colaborarem na confecção de um mural.

Esclarecer às crianças que o mural deverá conter gravuras de objetos e produtos usados na higiene do corpo como:



- sabonetes, pasta de dente, escova de dente, pente, tesoura de unhas, etc.

- gravuras de crianças ou adultos praticando hábitos de higiene como: tomar banho, lavar roupa, escovar os dentes, pentear os cabelos.

Após a confecção do mural, o evangelizador reforçará os conceitos, formulando as seguintes perguntas:

- Quem dá vida ao corpo?
- Quem criou o nosso corpo?
-Por que precisamos cuidar do corpo?

- Como podemos cuidar do nosso corpo?


Ouvir as respostas avaliando a assimilação do conteudo.







quarta-feira, 23 de setembro de 2009

CULTO CRISTÃO NO LAR

Povoara-se o firmamento de estrelas, dentro da noite prateada de luar, quando o Senhor, instalado provisoriamente em casa de Pedro, tomou os Sagrados Escritos e, como se quisesse imprimir novo rumo à conversação que se fizera im­produtiva e menos edificante, falou com bondade:
- Simão, que faz o pescador quando se di­rige para o mercado com os frutos de cada dia?
O apóstolo pensou alguns momentos e res­pondeu, hesitante:
- Mestre, naturalmente, escolhemos os pei­xes melhores. Ninguém compra os resíduos da pesca.
Jesus sorriu e perguntou, de novo:
- E o oleiro? que faz para atender à tarefa a que se propõe?
- Certamente, Senhor — redarguiu o pes­cador, intrigado —, modela o barro, imprimin­do-lhe a forma que deseja.
O Amigo Celeste, de olhar compassivo e ful­gurante, insistiu:
- E como procede o carpinteiro para alcan­çar o trabalho que pretende?
O interlocutor, muito simples, informou sem vacilar:
- Lavrará a madeira, usará a enxó e o serrote, o martelo e o formão. De outro modo, não aperfeiçoará a peça bruta.
Calou-se Jesus, por alguns instantes, e aduziu:
- Assim, também, é o lar diante do mundo. O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma. A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum. Se o negociante seleciona a mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos, como esperar uma comunidade segura e tranquila sem que o lar se aperfeiçoe? A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos. Se não apren­demos a viver em paz, entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações? Se nos não habituamos a amar o irmão mais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como res­peitar o Eterno Pai que nos parece distante?
Jesus relanceou o olhar pela sala modesta, fêz pequeno intervalo e continuou:
- Pedro, acendamos aqui, em torno de quan­tos nos procuram a assistência fraterna, uma claridade nova. A mesa de tua casa é o lar de teu pão. Nela, recebes do Senhor o alimento para cada dia. Por que não instalar, ao redor dela, a sementeira da felicidade e da paz na conversação e no pensamento? O Pai, que nos dá o trigo para o celeiro, através do solo, envia-nos a luz através do Céu. Se a claridade é a expansão dos raios que a constituem, a fartura começa no grão. Em razão disso, o Evangelho não foi iniciado sobre a multidão, mas, sim, no singelo domicilio dos pastores e dos animais.
Simão Pedro fitou no Mestre os olhos hu­mildes e lúcidos e, como não encontrasse palavras adequadas para explicar-se, murmurou, timido:
- Mestre, seja feito como desejas.
Então Jesus, convidando os familiares do apóstolo à palestra edificante e à meditação ele­vada, desenrolou os escritos da sabedoria e abriu, na Terra, o primeiro culto cristão do lar.
Fonte: Livro JESUS NO LAR Cap.1 O Culto Cristão no Lar Psicografia de Francisco Cândido Xavier-Neio Lúcio

JOGO: EVANGELHO

Este jogo, você pode aplicar da seguinte maneira: cada pergunta com as opções você coloca em papéis dentro de cada balão com uma bala, então cada aluno tem o direito de furar um, se o evangelizando acertar, ele fica com o prêmio, caso contrário, acumula o prêmio para o próximo.




1) O ideal é que o “Culto do Evangelho no Lar” seja feito:

a) 2 vezes por semana

b) 1 vez por semana

c) 3 vezes por semana



2) Por que o “Culto do Evangelho no Lar” deve ser feito sempre no mesmo horário?

a) Para não esquecermos de fazê-lo

b) Porque há uma organização espiritual para isso, a qual não devemos desrespeitar



3) Para realizar o “Culto do Evangelho no Lar” é preciso:

a) Ter boa vontade, desejo de orar e estudar

b) Ter a presença de um médium

c) Ter mais que 5 participantes



4) É necessário que pelo menos 1 dos participantes tenha grande conhecimento da Doutrina Espírita? Sim ou Não?



5) O local para realização do “Culto do Evangelho no Lar” deve conter o seguinte:

a) Não muita coisa, uma sala vazia com almofadas

b) Mesa com uma toalha bonita, flores, velas

c) Qualquer dependência da casa, livros, mensagens, jarra com água



6) Durante o “Culto do Evangelho no Lar” devemos agir:

a) Calmamente, esperando a vez de falar

b) Agitando o ambiente para que os participantes não fiquem com sono

c) Concentrando-se na atividade a ser feita assim que terminar o Evangelho



7) O que não deve ocorrer no “Culto do Evangelho no Lar”?

a) Prece inicial e final

b) Manifestações mediúnicas

c) Leitura de mensagens



8) Na prece final do “Culto do Evangelho no Lar” é importante agradecer:

a) A água que foi fluidificada

b) A presença dos participantes

c) Os benefícios recebidos com essa atividade



9) Verdadeiro ou Falso:

“Ao fazermos o Evangelho no Lar, produzimos vibrações superiores que impregnam o ambiente.”



10) Verdadeiro ou Falso:

“O Culto do Evangelho no Lar é uma oportunidade que temos para falarmos a hora que quisermos, sem precisar esperar a hora adequada

(BLOG EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA) JULIANE

ATIVIDADE - PRECE

PRECE

COMO É BOM ORAR
(by Juliane)

Júlio e Lúcia moravam em uma bela casinha, perto de um bosque todo verde, que acabava numa praia de um mar azul e cheio de lindos peixes. Nessa praia e nesse bosque eles se divertiam a valer. Eles adoravam correr entre as árvores que perto da casa era um lindo jardim com flores multicores. Havia também uma variedade muito grande de plantas frutíferas. Eram mangas, laranjas Jabuticabas, e tinha até, duas frondosas jaqueiras. A mamãe sabia fazer doce da jaca, o que era uma delicia. Como era bom correr pelas campinas orvalhadas e colher as frutas do pomar.



E no mar e nas praias, era uma delicia nos dias de calor. Brincar na areia mergulhar nas ondas, sempre tão convidativas.



As vezes ficavam observando o salto dos peixes virando cambalhotas no ar. Aconteceu que há um mês eles não conseguiram sair, pois os seus pais tinham ido viajar e as crianças tinham ficado com a vovó que era velhinha, e não agüentava andar muito.



Lúcia ficava muito zangada por não sair mas Júlio gostava de ficar na janela admirando e sonhando com o dia de poder sair e passear novamente.



Vovó Ana, muito velhinha e paciente, ensinou aos meninos que em vez de ficarem aborrecidos por não saírem, deveriam orar e pedir ao bom Deus que ajudasse ao papai, resolver logo os negócios para poder voltar mais rápido.



Os dois atenderam os ensinamentos da vovó. Oraram pela manhã pedindo proteção para o papai, a mamãe, a avózinha tão amiga. À noite, agradeciam o dia calmo e bonito e pediam para que os pais voltasse logo.Com isso eles foram ficando mais alegres e passavam horas e horas combinando como seriam os passeios com papai.



Numa manhã azul, bateram a porta e as crianças correram para atender. Que alegria! Papai e Mamãe! Todos se abraçaram e foram para a sala. Sentaram-se pertinho uns dos outros e Papai falou assim: Sabem o que fomos fazer na cidade?



Fomos conversar com o dono da casa em que moramos. Ela não é nossa?(perguntou Lúcia) Não filha, é alugada, mas a partir deste mês será nossa se Deus quiser.



Engraçado mamãe (falou o papai para a vovó) é que ele não queria nos vender a casa de maneira nenhuma, mas depois foi ponderando, fomos conversando e ele aceitou uma oferta.



Vovó virou para as crianças, piscou o olho e falou assim: Viram como foi bom orarmos juntos?

A casa que eles tanto adoravam seria agora deles para toda a vida e eles poderiam passear e correr a qualquer hora. Poderiam visitar o pomar, ir a praia admirar o jardim e as flores. Como Deus é bom. COMO É BOM ORAR!



Avaliação: Pedir a cada uma das crianças para fazer uma prece no caderno.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

RENOVAÇÃO/ESFORÇO/PERSEVERANÇA

Renovação / esforço, perseverança / objetivos de vida
Brincadeiras

Brincadeira 1 - Todos de mãos dadas, em roda e voltados para fora. Pedir que todos se voltem para dentro da roda sem soltar as mãos. Podem experimentar e trocar idéias, até conseguir. Incentivar o grupo. (A solução é sair da roda, passando pelo espaço entre dois participantes, que levantarão os braços, possibilitando a passagem de todos sem soltar as mãos).
Estimular o grupo a falar sobre a experiência para que concluam que:
 Sempre há uma solução para resolver ou melhorar situações difíceis.
 Não devemos ter medo de tentar, de experimentar, depois que estudarmos as possíveis soluções e escolher a que nos parece melhor.
 Freqüentemente necessitamos de trocar idéias para acharmos a solução dos problemas.
Brincadeira 2 - Distribuir um balão cheio para cada criança. Colocar uma música alegre pedindo que as crianças espalhem-se bem e comecem a jogar para o alto suas bolas. Jogarão enquanto a música tocar, não deixando que o bolão caia no chão. Ao final, todos procuram observar qual dos balões tem dentro um papelzinho dobrado. Este será estourado e a criança deverá cumprir a tarefa indicada no papel. Exemplo: quebra-cabeça. O grupo incentivará a criança, que poderá receber a ajuda eventual de um colega, mas deverá tentar até terminar.
Levar o grupo a refletir, através de perguntas, como:
• Cada um se esforçou para a bola não cair?
• O tempo todo? Ou alguém desanimou?
• E você, (fulano), que montou o quebra-cabeça, teve vontade de continuar até o fim?
• É importante não desistir quando aparece a dificuldade?
• Para não desistir é preciso ter vontade forte ou pernas fortes?
Brincadeira 3 - Dizer que apresentará dois casos para que o grupo os compare e destaque acertos e erros.
Caso no 1:
Uma jovem senhora ficou viúva com três filhos pequenos e precisou trabalhar para sustentar a família, pois a pensão era apenas de um salário.
Decidiu aprender costura para trabalhar em casa e poder cuidar dos filhos. Logo nas primeiras aulas achou que não tinha jeito para costura e desistiu. Aprendeu, então, a fazer doces e salgados. No dia em que recebeu o dinheiro de sua pensão comprou o material necessário, fez deliciosos salgados, arrumou-os em quatro pratinhos, levando cada um para uma pessoa conhecida que poderia fazer-lhe encomendas. Pouco a pouco, elas chegaram e foram sempre aumentando. Mas aquela jovem senhora queixava-se de que as pernas doíam porque tinha muitas varizes e que assim não poderia ganhar a vida. Além disso a renda era irregular: havia meses em que ganhava muito e outros meses em que ganhava pouco. Foi deixando de aceitar encomendas. E lamentando-se sempre que era impossível viver só com a pensão de um salário...
Caso no 2:
Joelson sempre quis fazer parte de um time do seu clube. Queria ser atleta mas o porte franzino não o ajudava. Conseguiu, no máximo, ser o segundo reserva. Um dia, na falta do artilheiro e do primeiro reserva, Joelson entrou em campo. Um passe mal feito trouxe um gol do time adversário.
Joelson não conseguiu mais chance no time de futebol. Algum tempo depois tentou o time de basquete mas não revelou nenhum talento e foi esquecido. Mas Joelson estava decidido a ser atleta. Observou onde estavam suas falhas e resolveu eliminá-las. Dizia sempre: “querer é poder”.
Improvisou uma cesta de basquete feita com arame, prendeu-a numa haste e passou a atirar bolas, durante todas as suas horas livres. Treinou muito. Passou também a fazer exercícios regulares de ginástica e conseguiu até crescer um pouco.Um ano depois Joelson integrava o time de basquete do seu clube. Era um jogador muito ágil que obteve muitos títulos de campeão.
Dialogar com os participantes analisando:
- as atitudes certas e erradas do caso no 1.
- as atitudes de Joelson (caso no 2) para alcançar o seu objetivo.
Brincadeira 4: Apresentar o seguinte caso:
Joãozinho queria muito ganhar uma bicicleta. Um dia, na sua escola, houve uma festa e uma criança foi sorteada para uma gincana: Joãozinho. Sabem qual o prêmio? Uma bicicleta! Mas Joãozinho tinha que fazer uma tarefa: desembaraçar um rolo de barbante cheio de nós. Joãozinho tentou um pouco mas logo desistiu. Ninguém conseguiu convencê-lo a continuar. Quem ganhou foi um menino menor que ele, mas muito perseverante, decidido a ganhar. Obs.: Se possível, levar um barbante nas condições acima e convidar uma criança a desembaraçar.
Dialogar com as crianças a partir das perguntas:

– É fácil desembaraçar um barbante cheio de nós?
– O que Joãozinho sentiu?
– Ele fez bem em desistir?
– Joãozinho tem vontade forte ou fraca? Por quê?
– Devemos tentar vencer as dificuldades?
– O que acontece com quem não tem vontade de vencer as dificuldades?




Objetivos: Ressaltar que:

• A concretização de qualquer ideal, seja ele de ordem material ou espiritual, exige sempre esforço, boa vontade e perseverança.
• A dor, o obstáculo, o trabalho, a luta edificante são valores que nos competem aproveitar.
• Quando temos bons propósitos a consciência nos sugere os meios para atingi-los, mas a perseverança é indispensável para vencermos as dificuldades que surgem dentro e fora de nós.
• O fracasso é causado, quase sempre, por uma dificuldade íntima e não por uma situação externa.
• A ansiedade e a precipitação são inimigas da perseverança. Elas podem gerar desespero e até o suicídio. E quantas vezes a solução já estava a caminho!...
Por isso Jesus, ensinou: “Aquele que perseverar até o fim será salvo” (MATEUS: 10, 22).
• Para termos perseverança é preciso fortalecer a vontade. Quem tem vontade fraca parece uma flor murcha, que não revela sua beleza. Quem tem vontade forte, tem determinação e assemelha-se a uma flor saudável, cheia de viço.

Motivação:

Contar a história: os evangelistas

Atividade:

Cada criança ganhará um pouco de argila e água. Então elas irão moldar a argila a vontade. O objetivo é mostrar a elas que Deus através das nossas dificuldades e obstáculos molda a nossa vida todos os dias. E com esforço e perseverança podemos vencer esses obstáculos e a nós mesmos.

Prece Final

A MULHER ADULTERA

ATIVIDADE INTRODUTÓRIA

Apresentar ao grupo uma quadrinha de autoria de Cornélio Pires extraído do livro "Retratos da vida" psicografia por Francisco Cândido Xavier edição CEC 1974.

SE VOCÊ SOFREU OFENSA
LEMBRE O PERDÃO DE JESUS
QUEM SE OFENDE AJUNTA SOMBRA,
QUEM PERDOA TEM MAIS LUZ.

ATIVIDADE REFLEXIVA:
Comentar a quadrinha

PERGUNTAR:


O que quer dizer: "Quem se ofende ajunta sombra".

Que luz o ato de perdoar oferece?

Ouvir as respostas acrescentar se necessário as seguintes explicações:
O Ódio, o ressentimento e a mágoa agem como sombras que impedem se veja a situação com clareza. Traz sofrimento e desequilíbrio para quem o sente.
Já o perdão é como uma luz em nossa vida. Essa luz se traduz na claridade do entendimento e da compreensão

NARRAR A MULHER ADÚLTERA

Conduzir o grupo as seguintes reflexões:

Perdoar é difícil?
Qual foi a lição que Jesus deu sobre o perdão?
A mulher que foi perdoada compreendeu a lição? Mudou sua vida?
Ela se perdoou?
Como a mulher agiu quando, tempos depois foi procurada pelo marido?

Concluir dizendo que:

Perdoar, verdadeiramente significa não ressentir o mal que nos fizeram
É necessário a reconciliação com o adversário, conforme nos alertou Jesus"Enquanto estamos com ele no caminho"Mateus5:25
O pecado para Jesus é quando contraríamos as leis que regem a vida que são as leis de Deus.
Há pessoas que afirmam "Eu perdôo, mas não quero nunca mais ver o fulano na minha frente. Para perdoar é natural não aceitar o que nos fizeram, mas devemos nos esforçar para compreender a pessoa.
Muitas vezes necessitamos buscar o perdão de alguém a quem ofedemos. Por isso precisamos compreender o ofendido não exigindo nada que no momento ele não possa dar como, por exemplo, que nos perdoe imediatamente.

Narra o Evangelho que uma mulher foi surpreendida em adultério e isso representava uma grave ofensa que levaria a adúltera a pena de morte por apedrejamento.
O marido que a denunciou gritava:
- Morte a adultera!

Fig.1- As autoridades, seguidas pela multidão, conduziram a pobre mulher até o templo onde Jesus se encontrava. Chegando lá perguntaram:
- Mestre, essa mulher foi apreendida em adultério. Segundo a Lei de Moisés, ela deve ser apedrejada. E tu Mestre? O que dizes? Jesus nada falou. Inclinou a cabeça e começou escrever na areia.
As autoridades, confusas, insistiram na pergunta. Jesus, olhou para a multidão e, fixando o olhar sobre o marido da mulher infeliz disse:
- Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra!
E novamente voltou a escrever na areia.
A multidão surpreendida com a resposta começou a se retirar. Primeiro os mais velhos, seguidos, depois pelos mais novos.
Então Jesus virando-se para a mulher, perguntou:
- Onde estão os seus acusadores? Ninguém te condenou?
-Não Senhor! Ninguém! - respondeu ela.
- Nem eu, também te condeno! Vá, e não tornes a pecar... - disse-lhe Jesus.
A mulher lançou um olhar de gratidão a Jesus e se retirou feliz. Perdoou-se também!



Fig.2- Dizem que ela, depois desse episódio renovou a vida.
Procurou reparar o seu erro através de uma conduta reta, devotando-se ao bem.
Um dia, bateu-lhe à porta o esposo que, naquela ocasião, a conduziu ao apedrejamento.

Profundamente arrependido, pediu-lhe perdão, pois a consciência lhe advertia  que, também ele, tinha sido um mau companheiro e, por isso, não tinha o direito de julgá-la.




Fig.3- A mulher lembrou-se de Jesus e, em seguida, abraçou fraternalmente aquele que tinha sido seu marido.
No seu coração, não havia mágoas nem culpas. Em prece, agradeceu ao Mestre pelo grande ensinamento do perdão.






























DINÂMICAS

A CAUSA PRIMÁRIA DE TODAS AS COISAS

OBJETIVO: Entender o significado de Deus como "inteligência suprema" e "causa primeira".
TEMPO DE DURAÇÃO: 15 min
MATERIAL: Dominó e letras do alfabeto de plástico.
PROCEDIMENTO:
- Propor à classe criar no chão uma trilha de peças de dominó colocadas de pé, uma após outra, formando desenhos diversos. A condição é que, a partir de um toque na primeira delas, todas deverão cair, sem que sobre nenhuma ou pedir para os jovens construírem objetos de diversas formas.
- A depender do número de jovens, a turma pode ser dividida em 2 ou 3 grupos, sendo necessário entregar um determinado número de peças para cada. É interessante motivar os grupos a se visitarem, e a verem o que os outros fizeram, antes de derrubá-los.
- A turma deve trabalhar só, raciocinando e experimentando.
- Deverão tentar quantas vezes forem necessárias para o sucesso da dinâmica.
- Pode-se, depois, fazer uma montagem única com todas as peças.
- Num dado momento, pedir-lhes para fazerem uma pausa e questionar: o que a atividade que estão fazendo tem a haver com o conceito de “Causa Primeira”?
- A partir disso tem-se o mote para que se possa dialogar a respeito e, ao se perceber que já compreenderam o conceito, convidar-lhes a abrirem O Livro dos Espíritos e pedir-lhes que expliquem porque Deus é a causa primeira de todas as coisas e o que isto significa para nós. Algo poderia existir antes de Deus?
Fazer um paralelo com a brincadeira: “Para que a brincadeira funcionasse, tivemos que usar de nossa inteligência. Assim, como tem de ser uma inteligência capaz de fazer o Universo funcionar?”
- Depois use letras do alfabeto e joguem elas para cima e pergunte o que essas formaram ao caírem no chão. Mostre aos participantes que nada acontece por acaso em nossas vidas e que tudo tem um motivo.


"Descobrindo as qualidades"
Objetivo: Interação
Materiais: quebra-cabeça, pedaços de papel e caneta

Procedimento:
Dois grupos formam um círculo, com os componentes intercalados ( ex. um do amarelo, outro do azul e assim em diante até terminar o círculo).
Cada componente deve escrever em um pedaço de papel uma qualidade própria (usando apenas uma palavra)
e entregar para o participante do lado direito, sendo este o componente do grupo oposto,
que deverá fazer mímica para que o seu grupo descubra a qualidade do participante ao lado (grupo oposto),
quando o grupo acerta a qualidade logo o outro componente do mesmo grupo anterior que estava fazendo a mímica começa a fazer também a sua e assim sucessivamente .
Enquanto isso o líder do grupo oposto está dentro do círculo montando um quebra cabeça, quando ele terminar o tempo acaba e ganha o grupo que descobriu mais qualidades do grupo oposto.

Exercício do bombardeio intenso

Objetivo: Expressar sentimentos positivos, de carinho e afeto com uma pessoa
Tamanho: 25 pessoas
Tempo: 2 minutos por pessoa
-
Descrição:
- O coordenador inicia, explicando ao grupo como a afeição se baseia na formação de ligações emocionais,
é geralmente a última fase a emergir na evolução do relacionamento humano, após a inclusão e o controle, na inclusão,

as pessoas têm de encontrar-se umas com as outras e decidir se continuam seu relacionamento.
Os problemas de controle exigem que as pessoas se confrontem umas com as outras e descubram como desejam relacionar-se.
Para prosseguir a relação, cumpre que se formem ligações afetivas, e elas têm então de abraçar-se, a fim de que se crie um vínculo duradouro.
- Feita a explicação o coordenador pede aos participantes que digam à uma pessoa todos os sentimentos positivos que têm por ela.
- A pessoa apenas ouve, podendo permanecer no círculo ou sair dele e ficar de costas para o grupo.
- O impacto é mais forte quando cada um se coloca diante da pessoa, toca-a, olha nos olhos e lhe fala diretamente, que é uma outra maneira de realizar a dinâmica.

A construção coletiva do rosto

Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.


Fonte: A Construção da solidariedade e a educação do sentimento na escola. Editora Mercado de Letras

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

AUTOCONHECIMENTO

Objetivos: Levar as crianças a pensarem sobre quem elas são e do que são capazes.
Despertar nas crianças o desejo de conhecerem a si mesmos.

Introdução:
Pedir às crianças para desenharem a si mesmos. Recolher os desenhos e pedir que as outras crianças identifiquem quem está no desenho.
Desenvolvimento: Dialogar sobre as diferenças e semelhanças dos desenhos com os modelos, lembrando que é importante que a gente conheça não só a nossa aparência, mas principalmente o nosso interior, nossas qualidades, nossos defeitos, nosso potencial.
Contar a história abaixo.
A Idéia do Professor Valentim
O professor Valentim estava muito preocupado com seus alunos. Já havia mudado de técnicas de ensino, mas parecia que aquela turma não conseguia assimilar a matéria de jeito nenhum. Nos anos anteriores não tivera problemas, mas este ano estava sendo muito difícil. Já estavam no segundo mês de aula e as dificuldades pareciam crescer a cada dia. Então, num final de semana, enquanto preparava a matéria para a semana seguinte orou com muita fé, pedindo a Deus e aos espíritos amigos que o ajudassem a ajudar aquela turma tão difícil.Na segunda-feira uma idéia surgiu em sua cabeça. Ao chegar na sala, disse:- Turma, hoje vamos ter uma aula diferente. Eu queria que vocês escrevessem em uma folha primeiramente o nome de vocês.- Xi, professor, é prova surpresa?- Não, não. É só uma atividade diferente. Peguem as folhas. Já escreveram o nome de vocês? Agora pulem uma linha e escrevam a coisa que vocês mais gostam de fazer.- Aqui na escola, professor?- Não, a coisa que vocês acham mais gostoso de fazer: dormir, dançar, comer, jogar bola, qualquer coisa. Agora escrevam o que é necessário para fazer essa coisa. Pronto?Agora, como vocês se sentem depois de fazer essa coisa. Agora, uma coisa que vocês não gostam de fazer, mas precisam fazer assim mesmo. Depois o que precisa para fazer isso, e finalmente o que vocês sentem após ter feito.A sala estava um zum-zum-zum. Risadinhas. Reclamações. Mas todos estavam curiosos para ver como ia terminar aquela brincadeira.- Ótimo, disse o professor Valentim. Agora vamos ver o que vocês gostam de fazer.Tinha verias coisas: jogar bola, dormir, tomar sorvete, entrar no MIRC, ir ao cinema, ir à praia, ler, jogar vídeo game...- E o que não gostam?Também tinham muitas opções: acordar cedo, levar o lixo para fora, ficar esperando alguém, comer verduras, escrever, fazer trabalhos... Então o professor pediu que cada um observasse o que tinha escrito e visse que as coisas que eles gostavam exigiam algumas coisas deles (por exemplo, pra jogar bola tem que formar o time, precisa ter onde jogar e o próprio jogo exige que sigam varias regras) e as coisas que eles não gostavam tinham a vantagem de não durarem muito tempo e a sensação depois de acabar quase sempre era de alivio.Sendo assim, todos eram capazes de fazer várias coisas e, se quisessem, até conseguiriam estudar e aprender usando as coisas que gostavam de fazer. Por exemplo, quem gosta de dormir e costuma sonhar, pode anotar os sonhos e elaborar redações contando-os. Quem gosta de tomar sorvete, pode fazer uma tabela de vitaminas e calorias de cada sabor e trazer para ser estudada na sala de aula e assim por diante.No início, os alunos acharam aquilo esquisito, mas depois de colocarem em prática, descobriram suas capacidades e ao final daquele ano, não houve nenhuma reprovação, e aquela foi considerada a turma modelo da escola.Todos os alunos conseguiram assimilar as matérias constantes do currículo depois que descobriram, ao se conhecerem melhor, o quanto eram capazes.
Fixação/ Avaliação: Fazer com as crianças o levantamento feito pelo professor da história, procurando sugestões de aproveitamento das opções de cada uma das crianças.

AMOR AO PROXIMO















NÃO DESEJE AO SEU PRÓXIMO O QUE VOCÊ NÃO DESEJA PARA VOCÊ", FUNCIONA ASSIM:

Distribua pedaços de papel para todos e peça para que cada um escolha um colega e escreva no papel o nome do escolhido e o que ele gostaria de ver melhor o colega fazer. Exemplo: pedir esmola, imitar um animal, plantar bananeira, varrer a sala, beijar alguém – (Dê algumas sugestões, mas deixe que eles também opinem). Depois que todos entregarem o papel você diz: Ah, acho que não falei o nome desta brincadeira. Coloque um cartaz com o nome da brincadeira "NÃO DESEJE AO SEU PRÓXIMO O QUE VOCÊ NÃO DESEJA PARA VOCÊ., Continue a brincadeira. Entregue novamente os papéis e cada um deverá fazer o que desejou para o amigo. Após todas as apresentações, você fala sobre a necessidade de ajudarmos, de sermos solidários, pois de acordo com a lei da reencarnação poderemos estar em lugares bem diferentes a cada vida... e até mesmo na mesma vida ... com as voltas que ela dá.

Dinâmica 2

OBJETIVO: Mostrar a importância de procurarmos ajudar o nosso próximo.

TEMPO DE DURAÇÃO: 10 minutos

MATERIAL NECESSÁRIO: Balões

DESENVOLVIMENTO: Organizar os jovens formando um grande círculo na sala e entregar um balão para cada um. Em seguida, o educador pedirá que os jovens encham os balões e que joguem para o ar durante 1 minuto. Nenhum balão pode cair no chão. Os jovens deverão perceber que devem cuidar do balão dos outros também. Ao final da dinâmica, perguntar aos jovens se foi fácil cuidar de seu balão e o que poderiam ter feito para facilitar seu trabalho.

PACIÊNCIA

OBJETIVOS: Aprender a aceitar as dificuldades das pessoas.
MÚSICA: Eu preciso de Você.
MENSAGEM: Aceitação Incondicional.
DESCRIÇÃO:
1. O coordenador começa lendo o texto em Anexo ou pedindo a duas pessoas para dramatizá-lo.
2. Em seguida o coordenador separe os grupos (3 a 5 pessoas), onde cada um recebe uma copia do texto seguido por algumas perguntas tendo a responsabilidade de ler cuidadosamente o caso narrado, procurando responder as perguntas que vêm logo a seguir.
3. Depois de uns quinze minutos os grupos se reúnem novamente e cada um, através de um relator escolhido expõe suas conclusões.
4. O coordenador pode finalizar dizendo:
Às vezes queremos que as coisas aconteçam muito depressa. Quando alguém está conscientemente lutando com um problema pessoal, deve saber que estamos percebendo sua luta e suas vitórias, por menores que sejam. Esta atitude irá incentivá-lo a continuar lutando. Um elogio tem grande poder.
PALAVRA: "Ora nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos" (Rm.15, 1).
AVALIAÇÃO:
1. Por que representar o tema desse modo? O que isso quer diz?
2. O que de importante podemos tirar dessa dinâmica?
ANEXO:
José e Ricardo iam caminhando de volta para casa depois de uma reunião do seu grupo de discipulado. São muito amigos e sentem-se perfeitamente à vontade um com o outro. Neste dia porém, seu relacionamento parecia muito tenso.
- O que há com você? -perguntou José - Desde que saímos da reunião não disse uma só palavra.
- É que mais uma vez você não se comportou como devia. Durante a reunião ficou sem falar absolutamente nada. Mesmo depois do encontro somente falou algumas palavras com uma ou outra pessoa. Parecia um caramujo, todo encolhido num canto da sala.
- Ricardo, você sabe muito bem que sou tímido e demoro para me enturmar. Diante de um grupo me sinto intimidado. Estou tentando melhorar. Hoje consegui falar com três pessoas, já é um progresso, você não acha?
- Talvez. - disse Ricardo visivelmente impaciente - Você ainda tem muito para crescer nesta área. Já é grandinho e está na hora de dominar este acanhamento idiota.
José abaixou a cabeça e depois disto houve um longo período de silêncio.
- Muito bem - retrucou José quebrando o silêncio- eu não vou mais a estas reuniões. Desisto de tentar, pois por mais que me esforce só ouço críticas.
Perguntas:
1. Qual era o problema de José?
2. Por que o comentário de Ricardo fez com que José reagisse de modo tão negativo?
3. Você acha que devemos esperar mudanças nas pessoas com a mesma pressa que Ricardo demonstrou?
4. O que você diria a José para incentivá-lo a tornar-se mais sociável?