quinta-feira, 28 de abril de 2011

OBRIGADO PELA MINHA FAMILIA

OBJETIVO: reconhecer na família a base para o nosso amparo material e moral.
- Perguntar:
Os animais quando nascem, podem sobreviver sem os cuidados da mamãe?
E com os bebês, também é assim?
- Narrar a história “BOLINHA, O PINTINHO FUJÃO”. Ao final, fazer algumas perguntas:
É importante ter uma família?
A família precisa de uma casa para morar?
Esta casa tem que ser luxuosa? Grande?
O que é mais importante numa casa ?
Quem cuida da casa e da família?
O que aconteceria com um neném se não tivesse a família para cuidar dele?
- Ao finalizar a conversa, harmonizar a turma, e pedir que fechem os olhos, imaginando que estão abraçando a mamãe ou outra pessoa da família. Ao imaginar o abraço, dizerem em voz alta: OBRIGADO PELA MINHA FAMÍLIA!
- Colorir o Bolinha.

BOLINHA, O PINTINHO FUJÃO

Bolinha era um pintinho amarelinho e gordinho. Ele parecia mesmo uma bolinha. Bolinha estava triste no galinheiro.
- vou me embora daqui, disse ele. Minha casa é feia. Quero uma casa bonita, piu...piu...piu...
Bolinha foi-se embora e ninguém viu. D. Pintada que era sua mãe, ficou desesperada. Queria o seu filhinho de volta, e gritava: bolinha, bolinha! Onde está você Coc...Coc...Coc...
Bolinha andou ... andou... andou... e viu um passarinho numa árvore. O passarinho cantava alegre. Bolinha perguntou: passarinho, posso morar com você? – pode sim, suba até aqui, respondeu o passarinho. Subir até ai? Disse bolinha, espantado. Ai é muito alto, e eu posso cair e me machucar...não passarinho, não gosto de sua casa. Vou-me embora. Piu...piu...piu...
Bolinha nadou... andou... andou... e chegou à margem de um rio. Viu um peixinho nadando muito contente. Bolinha perguntou:
-peixinho, posso morar com você? – pode sim,atire-se aqui dentro d´água, respondeu o peixinho.- atirar-me ai dentro? Perguntou bolinha admirado. Não, não, peixinho, não gosto de sua casa, e foi-se embora. Piu... piu... piu...
bolinha andou... andou... andou... e encontrou com um tatu que estava cavando a terra, muito satisfeito.
Bolinha perguntou: - tatu, posso morar com você?
- pode sim, bolinha, entre aqui neste buraco, respondeu o tatu. Venha ver a minha casa.
- entrar neste buraco fundo e escuro? Perguntou bolinha, muito assustado. Tenho medo. Tatu, não gosto da sua casa. E foi-se embora. Piu...piu...piu...
bolinha andou... andou... andou... até que começou a escurecer. Bolinha estava cansado, estava com fome. Bolinha sentia medo e frio, e começou a chorar.
Nisto, bolinha ouviu ao longe D. pintada, que gritava: bolinha, bolinha! Onde está você?
Bolinha começou a lembrar: - como a mamãe é boa! Como ela me quer bem! Como as suas asas são quentinhas. Que comidinha gostosa, a da mamãe!
Bolinha disparou a correr. Correu, correu até encontrar as asas carinhosas de D. pintada. E, todo contente, escondido na mamãe, bolinha começou a falar:
- como é boa a mamãe! Como estou contente! E olhando para o galinheiro, continuou: mamãe, não há casa mais bonita que a minha!


DINÂMICA - JORNAL FALADO



Objetivos

Organizar informações sobre um determinado assunto
Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e
socialização.
Sintetizar idéias e fatos.
Transmitir idéias com pronúncia adequada e correta.

Passos

Formar pequenos grupos.
O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa.
Cada grupo pesquisa e estuda o tema.
Cada grupo sintetiza as idéias do tema.
Elaboração das notícias para apresentação, de forma bastante criativa.
Apresentação do jornal ao grupo.

Avaliação

Quais os momentos que mais nos agradaram?
Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

segunda-feira, 25 de abril de 2011





ZEZINHO É UM COELHINHO MUITO LEVADO E DESOBEDIENTE!


UM DIA, ELE RESOLVEU IR LÁ NA HORTA SEM AVISAR A SUA MAMÃE.




ELE GOSTA MUITO DE CENOURA !


CHEGANDO LÁ, ELE COMEU TANTA CENOURA QUE ESQUECEU DA VIDA!


ENTÃO A NOITE CHEGOU E ZEZINHO NÃO SABIA MAIS VOLTAR PARA CASA!


FICOU PERDIDO!!



SUA MAMÃE JÁ ESTAVA MUITO AFLITA E PREOCUPADA,


POIS SEU FILHINHO AINDA NÃO TINHA VOLTADO PARA CASA!




ENTÃO ELA TEVE UMA IDEIA E SAIU A PROCURAR O SEU FILHINHO


E EN TÃO ELA FOI LÁ NA HORTA!


CHEGANDO LÁ, ENCONTROU O ZEZINHO CHORANDO E COM MUITO MEDO


POIS JÁ ESTAVA ESCURO E ELE ESTAVA PERDIDO.




ENTÃO A SUA MAMÃE CONVERSOU COM ELE,


EXPLICOU QUE ERA MUITO FEIO SAIR DE CASA SEM AVISAR


E ENTÃO VOLTARAM PARA CASA FELIZES!


E ELE APRENDEU A LIÇÃO:


NUNCA MAIS SAIU DE CASA SEM AVISAR!

DESCONHEÇO A AUTORIA

sexta-feira, 22 de abril de 2011

PRESERVAÇÃO DA SAUDE FISICA

Objetivo: Identificar cuidados para preservação da saúde física.


Harmonização Inicial

Atividade Introdutória

Confeccionar previamente, a Toca das Oncinhas. Utilizar tecido ou uma caixa de papelão grande, forrar com papel pardo e decorar com algumas patinhas para caracterizar a toca. Colocar dentro alguns objetos ou brinquedos desarrumados. Mostrar a toca às crianças.

Perguntar:

– Quem quer visitar a Toca das Oncinhas?

Atividade Reflexiva

Permitir que uma criança de cada vez visite a toca, mas não fale nada. A seguir, perguntar:
– A toca das oncinhas está arrumada ou os brinquedos estão espalhados?
– A toca está varrida ou tem papel no chão?
– Tem cestinha para colocar o lixo? E o lixo está dentro da cestinha?

Narrar a história: D. onça e sua casa

Avaliar com perguntas a compreensão da história.
– Por que a Dr.ª Coruja disse que a casa de D. Onça Pintada estava doente? A casa fica doente?
– Qual foi o remédio que a Dr.ª Coruja receitou para a casa?
– Quem ajudou na faxina geral?
– E você ajuda a mamãe guardando os seus brinquedos depois da brincadeira?
– Podemos ficar doentes, como a oncinha Sita, se a nossa casa estiver suja? Por quê?

Dialogar a respeito das necessidades de higiene da casa:
- não deixar os alimentos descobertos;
- tampar o lixo para não atrair moscas ou outros insetos, porque pousam no lixo e trazem os micróbios nas patinhas para a nossa casa;
- não deitar na cama com sapatos nem roupa suja;
Estimular as crianças a falarem sobre outros cuidados com a higiene da casa e sua importância para a saúde.

Atividade Criativa

Propor a dramatização da história.

Harmonização Final/ Prece

Pedir que fiquem em silêncio, respirem calmamente e pensem num raiozinho de luz descendo do alto e iluminando suas casas.

HISTÓRIA

D. ONÇA E SUA CASA

O Sr. Leão, que é muito forte e bondoso, mora na floresta numa caverna limpa e bem arrumada.

Fig.1- Um dia D. Onça Pintada foi à caverna do Sr. Leão. Muito triste, D. Onça falou:
- Oh! Amigo Leão, minhas três filhas estão sempre doentes... a mais nova, então, está tão fraquinha!...
O sr. Leão ficou preocupado e no dia seguinte resolveu visitar a família das oncinhas.





Fig.2- Chegando à casa de D. Onça Pintada, o Sr. Leão encontrou tudo muito sujo, o lixo destampado, moscas pousando no lixo e depois no pão. As oncinhas colocando as patinhas sujas no lençol da cama e Sita, a oncinha mais nova, deitada no chão muito abatida e magrinha.
O Sr. Leão ficou pensando em como ajudar.
- Já sei! Vou trazer aqui a Drª. Coruja, que é uma boa médica, para examinar Sita.




Fig.3- Drª. Coruja chegou e examinou toda a família, observou bem a casa e depois falou:
- Vou receitar um comprimido para Sita tomar. Mas vou receitar outro remédio para a casa.
- Para a casa? Casa toma remédio?
– perguntaram a oncinhas ao mesmo tempo.
- Esta casa precisa de um importante remédio: uma faxina geral! Onde tem sujeira, é difícil ter saúde – falou a Drª. Coruja




Fig.4-Sr. Leão, sempre bondoso, ofereceu-se para ajudar D. Onça na faxina. Carregou muitos baldes. Ele, e a família das oncinhas pintaram as paredes, fizeram uma limpeza geral, arrumaram os móveis e todos os objetos da casa.




Fig. 5- A casa de D. Onça Pintada ficou uma beleza! As oncinhas foram ficando mais gordinhas, com o pêlo mais brilhante e muita disposição.
Todos os dias acordavam cedo e, depois de limparem a casa, faziam ginástica para ficarem cada vez mais fortes.



FONTE - EDUCAÇÃO DO SER INTEGRAL - LFC































































quinta-feira, 21 de abril de 2011

JESUS NOSSO MESTRE I



OBJETIVO: apresentar Jesus como nosso mestre, pois veio ao mundo nos ensinar a seguirmos as Leis de Deus.

- Jesus veio ao mundo para ensinar aos homens a serem bons, e portanto ele é o nosso mestre, porque mestre é aquele que ensina.
- Ele contava histórias (Parábolas) para que todos entendessem a Lei de Deus.
- Exemplo de histórias que ele contava:
“a ovelha desgarrada” (enfatize que todos podemos ajudar, sendo solidários, sejamos pobres ou ricos, não importando a nossa idade, e as nossas condições materias).
- Pergunte as crianças, se ajudam em casa, se ajudam colegas na escola, etc..
- Converse sobre a necessidade de ajudar em casa para facilitar a vida da família, guardando a sua roupinha, não deixando as suas coisinhas espalhadas pela casa, etc.
- Relembre ( conforme ja foi dito em uma aula anterior) a eles que Jesus ainda criança ajudava o seu pai, José, que era carpinteiro.
- Fale da importância de ajudar na escola, respeitando ao professor, auxiliando aos amiguinhos quando necessitarem, se um cair, ajude-o a levantar, etc.
- Fale de ajudar a cidade não jogando lixo no chão., etc.

Jesus Nosso Mestre II

OBJETIVO: apresentar Jesus como nosso mestre, pois veio ao mundo nos ensinar a seguirmos as Leis de Deus. Mostrar que a humildade é um dos ensinamentos de Jesus muito importante para que vivamos melhor.
- Jesus nos ensina que a humildade é condição essencial para a felicidade.
- Apresentar o hospital da floresta às crianças, onde bichinhos de brinquedo serão os pacientes, e as crianças serão os médicos e enfermeiros que irão socorrer e tratar dos pacientes.
-Uma mesa poderá ser o hospital, onde deverá ter um paninho onde serão colocados os animais.
- As crianças inicialmente deverão estar junto ao hospital.
-Colocar os bichinhos num outro local da sala.
- Traçar um caminho, de papel, do hospital até os animais com pegadas dos bichinhos. Prender este caminho no chão com durex, ligando o hospital ao local onde estão os bichinhos.
- A um sinal do evangelizador, os “funcionários do hospital” deverão socorrer os “pacientes/acidentados”. A cada sinal, duplas irão caminhando apenas sobre as pegadas no chão, pegam o paciente, e deverão retornar pelas pegadas do caminho, sem deixar o paciente cair. As crianças podem improvisar as macas, com por exemplo, folhas de papel.
- Interromper momentaneamente a atividade, e contar uma história que aconteceu naquele hospital: “A ENFERMEIRA DA FLORESTA

Conversar sobre a história com as crianças.
- Retomar a atividade do Hospital da Floresta, dizendo que lá há vários bichinhos doentes e que elas foram escolhidas para cuidar deles, como fez a enfermeira Joaninha. Deixar as crianças brincarem livremente de tratar dos animais. Com isto reforça-se o conceito de solidariedade, bondade e gentileza.

A ENFERMEIRA DA FLORESTA

A vida lá na floresta é movimento todo o dia, de trabalho e alegria, da coruja elegante, ao pesado elefante.Toda manhã, tão faceira, lá vai a linda Joaninha! E bem na casa vizinha Mora uma velha toupeira, que pensa maliciosa:“Como é prosa a Joaninha Vestida toda de rosa. Onde irá essa orgulhosa?!...
”Um dia, fez-lhe a pergunta:– P’ra onde vai, Joaninha todo dia a mesma hora?Vai tomar chá com as amigas e jogar conversa fora?
Diz a gentil, Joaninha: - Tem razão, minha vizinha -As amigas já me esperam, tenho pressa, tenho pressa! E as línguas faladeiras não cansavam de dizer:– Lá vai Joaninha orgulhosa, muito prosa, toda de rosa! A vizinha não sabia é que a linda Joaninha,tão arrumada e meiguinha, era a melhor enfermeira que na floresta vivia.E por ser muito discreta sua ajuda era secreta.
Um dia a vizinha - coitada! -Sempre tão desastrada para vigiar a Joaninha subiu e... caiu da escada! Ficou muito machucada, foi levada para o hospital. Chorava que dava dó, dizendo que estava mal.
Disse então, Dr. Lobão: –Não chore, minha senhora, temos boa enfermeira que atende a semana inteira e sem cobrar um tostão, só com o amor do coração! Qual não foi sua surpresa quando chegou a enfermeira. Era a nossa Joaninha alegre e trabalhadeira e a vizinha constrangida, falava bem comovida:–Achei que eras orgulhosa, mas és humilde e bondosa.
A Joaninha, sorridente, falou, assim, bem contente:– Não pense mais nisso agora, vou cuidar bem da senhora.
Quando da perna cuidava a boa Joaninha ensinava: –Vivamos com humildade Buscando a
felicidade.

fonte - Lar Fabiano de Cristo

REINOS MINERAL, VEGETAL E ANIMAL



OBJETIVO: despertar nas crianças o interesse pelo reino animal, mineral e vegetal, observando as diferenças entre eles, ressaltando a ilteligência do homem.
- Levar alguns matérias para sala de aula e mostrar para as crianças
- Perguntar:
qual a diferença entre esta pedra e esta fruta? Dê um tempo para as crianças pegarem nas mãos e observarem. Leve diversas amostras, se puder.
- Faça outras comparações destacando o Reino Mineral e o Reino Vegetal
- Depois compare o Reino Vegetal e o Reino Animal.
- Qual a diferença entre uma árvore e um animal?
- Procure conversar dentro da linguagem da criança, auxiliando-a a perceber, pela observação direta, as diferenças entre os reinos mineral, vegetal e animal.
- Por último compare o animal com o homem. O que eles têm de diferentes. Destaque principalmente a inteligência especial do homem.
- O importante nesta atividade é que a criança sinta as diferenças pela observação direta, pois elas não conseguem ainda nesta fase raciocinar de forma abstrata.

Trabalhando com os Três Reinos

OBJETIVO: despertar nas crianças o interesse pelo reino animal, mineral e vegetal, observando as diferenças entre eles, ressaltando a ilteligência do homem.
- Levar amostras dos três reinos, separando-as juntamente com as crianças.
- Separe os que não têm vida: areia, pedra, água ... (minerais).
- Separe os que têm vida, mas não andam: folhas, flores, frutos, galhos (vegetal).
- Separe os que têm (ou tinham) vida e andam: insetos, animais, aves (reino animal).
- Destacar que nós, os homens, também temos vida e andamos, mas temos algo mais que os animais: uma inteligência especial.

terça-feira, 12 de abril de 2011

PAI NOSSO

O Pai Nosso foi a única oração que Jesus nos deixou.


É uma oração de grande profundidade e é o modelo mais perfeito de prece.

Contém todos os deveres do homem para com Deus, para consigo mesmo e para com o próximo.

Se for proferida do fundo do coração, procurando entender cada palavra e conjunto de frases não precisamos dizer mais nada a Deus.

A prece é o recurso pelo qual a criatura se comunica com o Criador. Deve ser simples, clara e espontânea, sem palavras difíceis, nascidas do coração sincero.

Jesus nos ensinou que a prece está entrelaçada com o trabalho do Bem.

Pelo Pai Nosso podemos propor três coisas: Louvar, Agradecer e Pedir.

PAI NOSSO QUE ESTAI NOS CÉUS


O desenho das mãos representa que Deus está presente em todos os lugares.

Ele nos abençoa todos os dias.

Jesus nos ensinou que acima de tudo, Deus é Pai, amoroso, amigo, compreensivo; e tudo no Universo, da erva tenra aos astros, revela a Sua bondade e sabedoria.

Embora se encontre em toda parte, só entendemos a Divina presença de Deus em nós, quando, elevando-nos acima das cogitações transitórias da Terra, nos colocamos no céu da harmonia interior, a qual nos edifica e eleva espiritualmente.


SANTIFICADO SEJA O VOSSO NOME


O desenho da oferta de uma flor a alguém santifica o nome do Senhor, significa que sempre podemos dar algo de bom aos nossos irmãos. A mais elevada maneira de santificar o nome do Criador é auxiliar os outros, para que eles compreendam que Deus espera nossa elevação espiritual. Jesus passou Seus dias entre nós distribuindo a paz e amparando a todos. Com isso quis o Mestre nos mostrar que estaremos santificando o nome de Deus sempre que estivermos realizando o melhor que possamos fazer.

Estaremos santificando o nome de Deus sempre que estivermos realizando o melhor que possamos fazer, auxiliando os outros, cuidando da Natureza, respeitando os animais, reciclando o lixo, tirando um caco de vidro das ruas, dando lugar nos coletivos, etc.

Cego é aquele que não reconhece as obras de Deus, orgulhoso aquele não O glorifica e ingrato o que não Lhe rende graças por palavras, pensamentos, emoções e sentimento.

“Por isso, ó Deus, porque sois todo Amor e Bondade, Justiça e Misericórdia, seja o vosso nome bendito e louvado por toda a Terra, assim como por todo o Universo, nos astros mais remotos, nos espaços incomensuráveis, onde quer que a vida que provem de nós se haja manifestado, pois não há quem não pressinta a vossa existência e o fim ditoso que nos criastes!”




VENHA A NÓS O VOSSO REINO

Para que o reino de Deus venha até nós é preciso que conheçamos o Amor, como o desenho do amor em família.

É preciso trabalhar purificando o nosso sentimento, para que ele se instale entre nós.

O reino de Deus está no íntimo de nós mesmos: a evolução, o aperfeiçoamento de nossas almas. É justiça, paz e alegria.

Devemos vencer nossa ambição, nosso orgulho, nossa vaidade, enfim, todos os sentimentos inferiores para que o reino de Deus seja implantado em nossa alma.



SEJA FEITA A NOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO NOS CÉUS


Assim como temos o dia e a noite, também em nossa vida, temos a alegria e a tristeza.

Devemos aceitar a vontade de Deus, pois ainda não temos condições de entender como as coisas acontecem e por que.

Portadores da Fé Raciocinada, aprendemos que acima das nossas cogitações deve sempre prevalecer a vontade soberana de Deus, quer seja em nossas cogitações do plano físico, quer seja nos ideais espirituais que nutrimos, pois a vontade de Deus é, antes de tudo, expressão de amor e misericórdia em nosso favor.

Deus respeita a liberdade de cada um. É como uma criança que não gosta de ir à escola ou ao dentista. Qual o pai consciente que, a pretexto de respeitar os sentimentos dos filhos, deixa que fiquem analfabetos, ou que percam os dentes por falta de tratamento?

Sem dúvida, procurará primeiro persuadi-los da necessidade de uma coisa ou outra, o que, com um pouco de paciência e de talento, facilmente conseguirá. Suposto, porém, o contrário, recorrerá à energia. Mas fará com que suas determinações sejam cumpridas, não apenas para salvaguardar o princípio de autoridade que precisa existir entre os pais e os filhos, como também para o bem deles mesmos, o que será reconhecido mais tarde.

Em nossa ignorância, não sabendo, ainda, o que mais nos convenha, ou o que melhor corresponda às necessidades de nossa edificação espiritual, rogamos, muitas vezes, exatamente aquilo em que iremos tropeçar, com retardamento de nossa marcha evolutiva.


O PÃO NOSSO DE CADA DIA DÁ-NOS HOJE


Os desenhos representam o alimento do corpo e da alma.

Pão para manter o corpo físico, e “pão” para a alma: alegria, saúde, beleza, um ideal superior.

Não esqueçamos as sábias palavras do Mestre: “Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra de Deus.” (Mat. 4:4)

Necessitamos não só do alimento indispensável à sustentação das forças físicas, mas também do alimento espiritual que desenvolverá nosso Espírito.

Se o pão físico é o primeiro alimento que aprendemos a buscar, sabemos que o estudo é o meio de desenvolvimento de nossa inteligência, tanto quanto a oração, as boas obras, palavras, pensamentos e atitudes.

Procuremos o pão espiritual que nos garanta a harmonia interior, que conserve o nosso caráter firme sobre os alicerces do bem, que nos guarde contra a maldade e que nos ajude a ser exemplo de compreensão e fraternidade.

O mesmo pão que Deus nos oferece, devemos também oferecer aos nossos irmãos.



PERDOAI NOSSAS DÍVIDAS, ASSIM COMO PERDOAMOS NOSSOS DEVEDORES


É muito mais difícil perdoar do que pedir perdão. Mas se não aprendermos a perdoar não conseguiremos o perdão de ninguém.

É como na Parábola do Credor Incompassivo. Se formos capazes de perdoar àqueles que nos ofendem ou prejudicam, também seremos perdoados pelas ofensas ou prejuízos que tenhamos feito a um de nossos semelhantes.

A palavra perdoar é um composto de “dar” ou “doar” – doar completamente. “è dando que recebemos”.

Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.



NÃO NOS DEIXES CAIR EM TENTAÇÃO


Usando o desenho de uma criança que imagina estar fumando, mostrar que não cair em tentação depende muito mais de nós do que Deus.

Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e melhorar-nos, encontramos em nós mesmos a causa primária do mal.

Orai e vigiai é a recomendação de Jesus, mostrando-nos que, através do pensamento voltado a Deus e do trabalho vigilante no Bem, daremos alimento novo à nossa mente e superaremos as induções de nossa própria inferioridade.

O cristão sabe que, antes de vencer no mundo, é preciso vencer o mundo em si mesmo.

Através da oração, Deus pode nos enviar amigos espirituais para nos ajudar e aconselhar a não cairmos em tentação. Mas sempre tem que começar conosco.



LIVRAI-NOS DE TODO O MAL


Com o desenho de uma Casa Espírita, podemos dizer que Deus estará sempre conosco dentro dela, e que todo o bem que fizermos a nós mesmos e aos outros, estaremos mais perto Dele.

O Senhor livrar-nos-á do mal; entretanto, é preciso que desejemos não errar.

Quando praticamos o mal, não é porque alguém nos obrigue, mas porque ainda somos imperfeitos e não conseguimos resistir a ele. É fácil arranjar um “bode expiatório” para colocarmos a culpa por nossos erros (como algumas religiões que dizem que o culpado é o diabo).

Por isso devemos pedir ao Pai que nos dê forças para não cairmos no erro, para passarmos no teste que devemos passar. Os que vencem, adquirem novas forças, os que sucumbem, repetem as lições da vida, até que aprendam.

Se Deus permite o mal é porque sabe ser ele proveitoso a todos os seres em relativa inferioridade.

É como na história do dentista: se existe a cárie é para que aprendamos a cuidar dos dentes.

O Espiritismo nos revelou que sintonizamos através do pensamento com planos da espiritualidade

Pensamentos bons -- bons Espíritos -- vida tranqüila

Pensamentos maus -- Espíritos inferiores -- muitas lágrimas

Saibamos conservar a nossa vontade à luz da consciência reta, porque, rogando a Deus nos liberte do mal, é preciso, por nossa vez, procurar o caminho do Bem.

AMÉM


Esta palavra significa que concordamos com tudo o que falamos, e isto nos demonstra quanto ainda somos fracos e imperfeitos e quanto devemos nos esforçar para atingirmos o divino modelo, que é Jesus.