segunda-feira, 1 de outubro de 2012

VALORIZAÇÃO DA PRÓPRIA VIDA

Objetivo:

 Valorizar a existência aproveitando bens e oportunidades recebidos.

 Atividade Introdutória

 Colocar dentro de uma caixa figuras divididas pela metade (ver anexos 1 2 e 3). Distribuir uma metade de figura para cada criança.






Pedir a cada criança que procure o colega que está com a outra metade. Juntar as duas metades e pedir que observando a figura formada, falem sobre sua utilidade ou o que sabem sobre ela.

 Atividade Reflexiva

 Narrar a história: A Terra Das Metades

 Avaliar a compreensão através das perguntas:

 – Como Mauro chegou à Terra das Metades? – Como Mauro via os objetos? E o seu corpo? – Mauro sentiu falta da outra metade? Por quê? – Se você estivesse no lugar de Mauro também sentiria falta? – Podemos viver sem parte do nosso corpo, por exemplo, sem a mão, sem a perna ou sem os braços? – Seria mais fácil ou mais difícil fazer as coisas? – As pessoas que são assim são menos importantes? – Que outras coisas boas recebemos de Deus, além do corpo?

 Dialogar a respeito dos seguintes conceitos:

 O corpo que temos, perfeito ou não, é sempre importante. Nunca devemos caçoar das pessoas que têm defeitos no corpo. Devemos cuidar bem do nosso corpo porque precisamos dele para brincar,estudar,passear, trabalhar... Devemos sentir-nos felizes por todas as coisas boas que Deus nos deu. Atividade Criativa Formar duplas com as crianças. Pedir que recortem, em papel colorido e de acordo com o modelo abaixo a “flor-coração”. Colar as partes e cada um terá uma flor de cor diferente.


Pedir que as crianças montem um painel com as “flores-coração”, formando o Jardim de Jesus. Comentar que, para Jesus, cada criança é como uma flor do Seu jardim. As flores podem ser diferentes. As crianças também podem ser diferentes. Mas, todas são importantes... Todas nasceram para serem felizes.

 Harmonização Final/ Prece

 A TERRA DAS METADES

 Mauro, deitado na sua cama (flanelogravura 1) olhava as nuvens através de janela do seu quarto.




Pareciam montinhos de algodão-doce que caminhavam lentamente pelo céu... (flanelogravuras 2 e 2a).

 

De repente, Mauro sentiu-se subindo, subindo e... as nuvens desapareceram (retirar flanelogravuras 1, 2 e 2a ).

Mauro olhou à sua volta (flanelogravura 3). Que coisa esquisita! As árvores eram grandes, mas parecia que faltava um pedaço delas (flanelogravura 4). O menino foi caminhando por uma rua. Passou um carro (flanelogravura 5). “Que carro esquisito!” pensou.


Pouco depois ouviu um grande barulho sobre sua cabeça. Que susto! Mauro abaixou-se enquanto passava um avião (flanelogravura 6) tão baixo que parecia que ele ia cair. “Mas esse avião é diferente”... pensou. Pela rua passaram dois meninos que iam para a escola (flanelogravuras 7 e 8). Foi quando Mauro descobriu o que havia de diferente naquele lugar. Observem e vejam se vocês também descobrem. Isso mesmo! Só existia a metade das pessoas! E tudo era assim naquela lugar: só a metade! Mauro foi andando até chegar a uma loja onde havia um espelho. Olhou-se e... que surpresa! Também ele mesmo só existia pela metade! (flanelogravura 9)



– Como pode acontecer isto? - gritou. Mauro não pode mais andar como antes. Pulava num pé só. No começo achou engraçado, mas depois ficou muito cansado. Que falta lhe fazia a outra perna!... Resolveu atravessar a Ponte de Um Lado Só (flanelogravura 10).


Mas faltava-lhe justamente o braço e a mão do lado da grade de proteção da ponte e ele não tinha onde se apoiar. Que fazer? Adivinhem o que ele fez (ouvir as crianças). Virou-se de costas (flanelogravura 11) e foi pulando apoiado na grade (movimentar Mauro sobre a ponte) até chegar do outro lado (flanelogravura 12).



Mauro viu uma árvore carregada de frutos maduros (flanelogravura 13). Correu em direção a ela (movimentar a flanelogravura 12) mas, com um olho só, não percebia bem que estava tão perto e... tabum! Bateu nela e caiu desmaiado. Quando acordou, Mauro estava... em sua caminha! (novamente a flanelogravura 1). Correu para o espelho e viu-se inteirinho, com seus dois olhos, os dois braços, os dois pés, tal como Deus o fez... (flanelogravura 14). Tudo tinha sido apenas um sonho, mas ele compreendeu que todo o seu corpo é importante... e deve cuidar muito bem dele.

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