sexta-feira, 19 de maio de 2017

ALLAN KARDEC


DR. BEZERRA DE MENEZES

O PASSE e A ÁGUA FLUIDIFICADA


 
Quais os tipos mais comuns de remédio que temos em casa ?
A maioria deles servem para aliviar ou curar a dor ou doença como: mercúrio, merthiolate, band-aid , esparadrapo, gaze, água oxigenada, algodão, termômetro, melhoral infantil, xarope, etc..
Todos já usaram remédios como estes daqui para ficarem curados? Para sarar?
Onde papai e mamãe compram esses remédios?
_ Ah! Na Farmácia.... Legal.. Vocês sabiam que aqui no Centro Espírita, tem um remédio muito bom para ajudar a curar machicados, febres, dores de barriga, tristeza, cara fechada, carinha emburrada, vontade de chorar à toa, cansaço que vocês não precisam comprar pois ele é de graça?
Vamos ver como é que é isto?
 
Este é o Carlão e ele é quem vai contar para vocês o nome deste remédio e os
nomes das pessoas que podem dá-lo para vocês.
 
_ Oi gente! Vocês querem ouvir a minha história?
 
_ Um dia né, quando tava lá na minha casa eu fiquei muito gripado, espirrando, tossindo, com febre. Aí minha mãe colocou um termômetro debaixo do meu braço e depois me deu remédio. Eu bebi tudo! Aí a febre passou... 
_ No Sábado(o dia da EEE de sua CE) e era o dia d'eu ir pra Escola Espírita. Quando eu tava indo pra lá eu não vi um buraco e cai de cara no chão. 
_ E você machucou?
 _ machuquei - responde Carlão - machuquei muito(com voz chorosa )
_ Deixa eu ver. Vou lhe ajudar!  
_ E agora , tá parando de doer?
            _ Um pouco . Agora eu já consigo andar!
 _ Daí eu fui pra escola e contei pra tia que tava tossindo, tive febre, fiquei doente. Então ela gosta muiiiiiiiiiiiito de mim e pra me ajudar me deu o remédio que as pessoas tem na escola: O PASSE. Agora eu vou receber o passe e vou fazer uma prece junto com a tia.
            Vamos  ajudar o Carlão  orando  junto .
            _ Será que ele melhorou?
 Carlão responde:
_ Melhorei, Estou bem bem melhor!
_ Que bom! Diz o Evangelizador abraçando o boneco.
 _ Viram só? Eu melhorei porque tomei o remédio lá em casa  e depois ganhei outro remédio aqui que me ajudou a ficar bom ainda mais depressa: O passe!
Viva! Agora posso brincar com vocês(O boneco dá um abraço em cada criança)
            Com Carlão no colo, o evangelizador explicará que ele estava doente , gripado, machucado e por isso precisou de remédios: em caso do melhoral , do curativo e ali do passe.
           
Além do passe, nós temos aqui no Centro um outro tipo de remédio que não é o passe. Vamos ver?
Com uma  jarra com água filtrada sobre a mesa e  faremos uma prece os Espíritos bondosos irão colocar remedinhos nela que irão ajudar a melhorar doenças, tristezas, etc..
 
Vamos tomar água fluidificada, ela não tem gosto de remédio e ajuda a melhorar quem estiver doente.
NEFA 2004

quinta-feira, 18 de maio de 2017

AMAR O PRÓXIMO



OBJETIVO: Formar na criança o impulso ao amor, a aplicar o amor em suas atitudes para com o próximo. Que devemos fazer ao próximo somente aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. A importância do amor na sociedade, na família, em toda parte.

DESENVOLVIMENTO:
1º MOMENTO:  Incentivação inicial: Narrar a história do livro: “A galinha afetuosa”. 

2º MOMENTO:. Desenvolvimento no tema: 

 Devemos amar o próximo e a nós mesmos. O que é se amar?* É fazer sempre o melhor para si, sem prejudicar os outros; * É ter respeito consigo mesmo, não prejudicar seu corpo e seu espírito.
 O que é amar o próximo?* É procurar sempre fazer o melhor para ele, mesmo que ele não perceba nossas intenções; * É respeitá-lo, não tentando obrigá-lo a ser como a gente gostaria que ele fosse;* É esclarecê-lo em todos os assuntos que pudermos;* É também praticar a caridade moral e material, que são a expressão prática do amor;* É, em síntese, seguir o ensinamento do Cristo: Fazer aos outros exatamente o que gostaríamos que nos fizessem e não fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem.
 A quem devemos amar, ou seja, quem é o nosso próximo? Todos, encarnados e desencarnados são nossos próximos e devemos amar e ajudar sempre que pudermos, sem olhar a quem.
Como gostar de uma pessoa muito diferente de nós e cheia de defeitos?* Percebendo que ela é filha de Deus como nós, portanto merece amor;* Refletindo que nós também somos cheios de defeitos e queremos que os outros gostem de nós;* Sabendo que os defeitos das pessoas não vão durar para sempre e que podemos, inclusive, ajudá-las a superá-los.
 Por que e para que devemos amar as pessoas?* Porque o amor é a manifestação de Deus em nossas vidas, é a prova de que ele existe; * Porque ele é o meio mais fácil e rápido para evoluirmos, já que evita que pratiquemos o mal; * Para termos uma vida mais alegre e fazermos felizes aqueles que recebem o nosso amor.
 O amor é só um, mas o sentimos e manifestamos de várias formas:* Amor maternal, paternal, filial, fraternal, romântico...

3º MOMENTO:  

ATIVIDADE DINÂMICA
Eu fiz para Você …

MATERIAL: lápis colorido ou canetas, cartolinas ou papel ofício recortados em formato de corações.
COMO APLICAR: Explicar ao grupo que a missão de cada um é escrever nos corações nomes de pessoas queridas, pessoas que eles deixariam morar em seus. Cada um poderá criar um slogan, um desenho, uma palavra que reflita o que aquela pessoa representa. Depois que cada criança apresentar quem ele convidaria a morar em seu coração, propor que guardemos os corações em uma caixinha e no final faremos uma prece aos amigos. O evangelizador depois de ouvir as crianças, entregará mais alguns corações e escrever nomes de pessoas que estão em hospitais, presídios, etc.
Este é um exercício de amor ao próximo através de nossas atitudes e do cuidado com o outro. Após a entrega, observar:
- como foi feito a tarefa? Com capricho ou com má vontade?
- a mensagem ou slogan é positivo??

PRECE FINAL


FORMAÇÃO FAMILIAR

quarta-feira, 10 de maio de 2017



Caros Evangelizadores, 

Fomos convocados a realizar uma obra específica no campo do bem, cujo Mestre e responsável maior pela sua execução coloca ao nosso alcance os recursos necessários, respeitando, porém, a nossa disposição de agir. São poucos, por hora, os que dispõem à ação. Mas já aprendemos com Jesus a lição do fermento que é capaz de levedar a massa toda! Sejamos o fermento pela força da nossa convicção e da nossa certeza na excelência da tarefa a que nos propomos. Outros se juntarão a nós, se dermos o exemplo da perseverança e da fidelidade aos princípios estabelecidos para este trabalho pelo Cristo de Deus. O nosso exemplo pode arrastar multidões pela força que lhe é intrínseca, pelos objetivos que norteiam a tarefa. Quem caminha rumo à espiritualização, com certeza não caminha só, como também, em boa companhia. Quem não desiste no meio do caminho, encoraja os que o acompanham a prosseguir, colaborando para que a caravana não se enfraqueça e siga unida, até o fim. Perseverar no trabalho anônimo e produtivo que não recebe os aplausos do mundo, porque não fica na evidência social, é dar testemunho de alta compreensão dos planos de Jesus, relativos à nossa melhoria espiritual. A tarefa de evangelização da criança e do jovem é um desses trabalhos. Plantar, na mente e nos sentimentos da nova geração, a semente de uma sociedade altruísta é investir no futuro, com apreciáveis possibilidades de êxito. Para tanto, necessita o evangelizador estar convencido da importância e do alcance do seu trabalho, condição sem a qual não terá forças suficientes para enfrentar os obstáculos de várias naturezas que comumente se antepõem às nobres realizações. Fortificado no seu ideal, poderá o evangelizador cumprir tarefa sócio espiritual de grande valia e arrastar, com seu exemplo, aqueles que, embora ainda indecisos, se inclinam a seguir um bom modelo.

(Cecília Rocha, Pelos Caminhos da Evangelização – FEB.)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

O CONSOLADOR PROMETIDO

PLANEJAMENTO DAS AULAS

                           
   

Importância de uma boa preparação

Rita Foelker

Uma boa preparação é fundamental para o êxito de qualquer trabalho. Preparar a aula, sim, mas também preparar a si mesmo e preparar o ambiente de trabalho.

Preparação da aula

Preparar a aula é seguir alguns passos que se resumem basicamente em:
1º. Definir o tema;
2º.  Definir um objetivo, dentro do tema;
3º.  Pesquisar o assunto;
4º. Definir uma estratégia para atingir o objetivo proposto e o buscar material necessário;
5º.Avaliar resultados.
Para que uma aula seja dinâmica, é necessário que se observe diversos aspectos do tema, levando em consideração os interesses da turma e as conseqüências práticas para suas vidas.
Uma pesquisa bem feita, em fontes espíritas e não-espíritas pertinentes, é o ponto de partida. Escolha uma estratégia adequada ao estilo de ser do grupo e à faixa etária, e monte um roteiro para sua aula com atividades variadas porém unidas dentro de um objetivo (ex.: leitura - discussão em grupo - dramatização; ou jogo - diálogo - pintura; etc.).
Assim, você obterá mais atenção e, consequentemente, mais conhecimento será fixado.

Preparar a si mesmo.

Muitos educadores estão despreparados para o compromisso que assumiram independente da boa vontade que possuam. Mas isto pode ser solucionado mediante estudo, leituras e trocas de experiências com colegas, além dos cursos e encontros, que costumam abrir a mente e desvendar um novo universo para quem tem chance de participar.
E há também a preparação íntima. Esta inclui:
1.Um bom nível de comprometimento, que cria a predisposição psicológica para cumprir todos os quesitos que este trabalho exige;
2. Flexibilidade, para saber agir diante de cada situação nova; para mudar o jeito de trabalhar, se for preciso; para alterar o plano de aula no momento da execução, se isto se mostrar conveniente, para seguir as intuições dos Espíritos e para ouvir e respeitar opiniões diferentes das suas;
3. O estabelecimento de uma ligação espiritual com os protetores e orientadores da tarefa, que trabalham conosco (educadores e alunos) através da intuição e da inspiração.

Preparação do ambiente

Tão importante quanto preparar a aula e a si mesmo, é preparar o ambiente físico e espiritual da aula.
Vamos imaginar duas situações:
A turma A chegou para a aula semanal e o educador, que já estava na sala, recebeu cada um com um sorriso e uma palavra especial. As cadeiras já estavam dispostas e, o material a ser usado, sobre a mesa. É claro que isto só foi possível porque o educador A chegou ao Centro com bastante tempo para deixar tudo pronto.
A turma B chegou para a aula semanal e a porta da sala ainda estava trancada, de modo que ficaram esperando do lado de fora. Quase dez minutos depois, chegou o educador B com a chave e carregando uma parte do material, já que o restante, com a pressa, ele acabou não se lembrando de pegar.
Pergunta: Qual é o trabalho com mais qualidade, o A ou o B? Em qual dos dois os resultados são melhores? Qual dos dois educadores você gostaria de ser?...

Num local bem organizado, limpo e claro, as crianças aprendem muito melhor. 
A preparação do ambiente espiritual também é importante. Chegar mais cedo e reunir-se com os colegas num local tranquilo, proceder a uma leitura e uma prece nos ajudam a encontrar equilíbrio e mobilizar os recursos internos para a atividade que vai começar. Estes momentos de recolhimento e elevação nos aproximam dos Espíritos amigos e facilitam a ligação espiritual com eles. Para tanto, não necessitaremos mais do que dez minutos.

Preparação do ambiente para o trabalho

Rita Foelker
Antes de se iniciar qualquer aula, é importante preparar o ambiente físico e espiritual.

a) Ambiente Físico

É representado por tudo aquilo que a criança têm ao alcance de seus sentidos materiais, para seu crescimento e desenvolvimento, desde os objetos que manuseia até as características visuais e os ruídos.
Para um bom desenvolvimento de nossas atividades, é importante que o meio favoreça a liberdade de movimento e de expressão dos alunos, que eles se sintam à vontade para o trabalho, o estudo, a pesquisa, o jogo, a brincadeira e a descoberta.
Na preparação do ambiente físico, observaremos as condições de: limpeza, iluminação, mobiliário, ventilação, decoração e material.
Todos os elementos do ambiente devem proporcionar uma sensação de harmonia e ordem, que conduzirão a criança à organização interna, à disciplina e à tranquilidade.
Poderá haver um canto destinado a tapetes (esteiras, almofadas, etc.) em quantidade condizente com o número de alunos, que as crianças serão orientadas a utilizar com cuidado e guardar em ordem. Alguns livros poderão estar disponíveis e até jogos, caso o Centro não conte com uma Biblioteca Infantil.

b) Ambiente Espiritual

A Educação da Criança e do Jovem não é uma tarefa restrita a uns poucos trabalhadores dos Centros Espíritas. Numerosos Espíritos estão empenhados neste trabalho, de repercussão profunda na sociedade e no progresso do planeta como um todo. Estes Espíritos se aproximam daqueles que encaram o compromisso com dedicação, seriedade e amor, e os assistem no desempenho de suas atividades. Para iniciarmos e cultivarmos a afinidade com estes Companheiros é importante manter sempre pensamentos condizentes com nossos propósitos, estando receptivos a suas inspirações e intuições.
Mas antes das aulas, é possível estreitar mais os laços de sintonia, reservando alguns minutos à reunião entre os educadores. Num clima de calma e recolhimento, pode-se, então proceder a alguma leitura breve seguida de uma prece espontânea.
Não mais que dez minutos são suficientes para que nos situemos longe das preocupações cotidianas e dentro dos objetivos superiores a que nos propusemos.

Pondo em prática

Às vezes não é fácil ser racional e intuitivo, seguir o planejamento e, ao mesmo tempo, ter agilidade para mudar se necessário, e ninguém pode ensinar como fazer isto.
Muitos deixam de ser mais hábeis e criativos nas aulas por medo de errar. Aliás, um dos grandes fatores de ansiedade para os educadores que temos encontrado em nossas caminhadas é a insegurança quanto ao conteúdo. Será que realmente estão em condições de abordar um tema doutrinário com clareza e precisão? - eis o que nos perguntam.
Sempre digo que quem vai falar de Espiritismo para as crianças e os jovens deveria ser o mais assíduo participante dos estudos doutrinários da Casa. Mas há duas realidades que precisamos encarar:
1º. Jamais vamos saber tudo, absolutamente tudo, portanto nem sempre teremos todas as respostas. É bem verdade que aprenderemos muito enquanto planejamos as próprias aulas, lendo livros, mas nosso saber doutrinário tem necessariamente um limite.

2º.   Mais cedo ou mais tarde, todos podemos nos enganar. Aliás, é muito raro encontrar alguém que nunca se enganou. Podemos dizer alguma bobagem, deixar uma impressão errada com relação ao tema. Por isso, sempre que vamos pesquisar um assunto, é recomendável verificar o que as obras de Allan Kardec dizem sobre ele.
E quando não soubermos como responder uma pergunta, o melhor é dizer que não sabemos, mas que vamos procurar nos informar. Assuma, quando der uma resposta da qual não tenha plena certeza e confie nisto: se você errar em alguma informação fundamental, a vida lhe trará a oportunidade de rever e de retomar o assunto com o enfoque correto.
Às vezes, nossa insegurança não vem da falta de conhecimento de Espiritismo, mas é um traço emocional, faz parte da nossa personalidade e também aparece em outras ocasiões. Será que este não é o seu caso?
Ø  Montar um plano de aula bem estruturado, conhecer bem os seus alunos e confiar nos Amigos Espirituais são maneiras de diminuir ansiedades e inseguranças.
Ø  Cobrar de si mesmo perfeição e infalibilidade é um dos aspectos da vaidade e do orgulho. Ser natural e aceitar a possibilidade de falhar é ter humildade e aceitar-se como ser humano e como Espírito em evolução.
Ø  Respeito, naturalidade, sinceridade e dedicação vão nos ajudar a progredir em conhecimentos e na tarefa educacional.

Exemplo prático

Vamos verificar um plano de aula com base nos passos sugeridos acima? 

Tema: Espiritualismo e Espiritismo

1º passo: Definir o tema.

Conceituação do Espiritismo: O que é o Espiritismo? O que caracteriza mais fortemente o Espiritismo enquanto Doutrina?

2º passo: Definir o objetivo.

Nosso objetivo principal será levar a perceber as principais diferenças entre o Espiritismo e o Espiritualismo. O trabalho será dirigido à Pré-mocidade, na faixa dos 12 aos 14 anos. Pergunta-chave: qual a diferença entre Espiritismo e Espiritualismo?

3º passo: Pesquisar textos e material.

Em O Livro dos Espíritos, vamos buscar na "Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita", primeiro parágrafo, como Kardec define estas duas palavras.
Vamos procurar figuras ou músicas que mostrem manifestações de crenças espiritualistas de todo o mundo, como Budismo, Catolicismo, Xamanismo, Hinduísmo, Judaísmo, etc.
Há também um texto intitulado "Espiritualismo e Espiritismo", escrito por nós, que se encontra no livro Um Pouco Por Dia, Ed. EME. É uma fonte adicional de consulta.

4º passo: Criar uma estratégia que conduza ao objetivo definido.

Motivação
Nossa proposta é de preparar o ambiente espalhando fotos ou imagens diversas de manifestações espiritualistas, no maior número possível.
Frases ou pequenos textos de tradições diversas podem ser usados. Mantras, canto gregoriano,  tambores rituais, etc. fariam o fundo musical. Coloque também O Livro dos Espíritos, em destaque.
Os alunos entrarão na sala e serão estimulados em sua curiosidade a respeito do material exposto. Esta já é uma maneira de levar a perceber também a sociedade e suas diferenças, o que, nesta faixa etária, se torna bastante interessante.
Desenvolvimento
Quando todos estiverem presentes, peça que se sentem, desligue a música e pergunte se eles sabem o que é tudo aquilo. O que aqueles sons, imagens e textos têm em comum? Todos representam a crença em alguma realidade fora da matéria.
E o Espiritismo? Onde se encaixa?
Inicie um diálogo, com base no texto pesquisado n' O Livro dos Espíritos.
Destaque o fato de que todas as crenças são legítimas e precisam ser respeitadas.
O Espiritismo, porém, tem algumas características que o diferenciam do Espiritualismo (ver abaixo o quadro comparativo).

QUADRO COMPARATIVO
Espiritualismo
Espiritismo
Oposto do materialismo; crer que exista “algo” além da matéria.
Crença na existência dos Espíritos e em suas comunicações com o mundo material, além dos demais princípios da Doutrina (crença em Deus e na multiplicidade dos mundos e das existências)
Fé sem necessidade de compreensão racional.
Fé raciocinada.
Nasceu junto com a Humanidade, da intuição da existência de um ou vários poderes que governam o Universo.
Nasceu no dia 18 de abril de 1857, com a publicação de “O Livro dos Espíritos”, que contém os princípios da Doutrina Espírita.
Pode necessitar de intermediários (sacerdotes) e lugares especiais (templos) para a ligação com Deus.
Ensina que a ligação com Deus é feita por qualquer pessoa e em qualquer lugar, através da prece sincera.
Crença no sobrenatural.
Certeza de que tudo o que existe é resultado de leis naturais, sendo que nada existe de sobrenatural.
Seus adeptos são espiritualistas.
Seus adeptos são espíritas.
Atividades Finais
Confeccione tiras com as características apresentadas no quadro. Use uma cartolina dividida ao meio com as palavras Espiritualismo e Espiritismo escritas no alto, uma de cada lado. Peça aos alunos, um a um, que vão pegando da mesa as tiras e colocando-as nos lugares certos.
Peça aos alunos que, se souberem, completem o quadro com outras diferenças, sempre justificando suas opiniões. Que tal ouvir as músicas novamente?

5º passo: Avaliar resultados.

Proponha aos alunos que montem, em grupo ou individualmente, uma apresentação destacando e explicando as principais características da Doutrina Espírita estudadas. Ex.: Fé raciocinada, o que é, qual sua importância; etc. Este trabalho poderá ser apresentado no próximo encontro.
Agora, se perceber que a classe já está madura para um estudo mais minucioso, indique a leitura de O Livro dos Espíritos, "Introdução ao Estudo da Doutrina Espírita, VI - Resumo da Doutrina dos Espíritos". Peça que cada um escolha um parágrafo e traga um pequeno comentário sobre ele, no próximo encontro, explicando o que entendeu.