domingo, 28 de maio de 2017



Todas as religiões têm seus templos, que recebem os nomes mais variados: igreja, mesquita, abadia, catedral, pagode, basílica, etc. Esses templos se destinam às orações, aos cultos, à prática de rituais, liturgias e à administração de sacramentos.
            O templo espírita, chamado de Centro Espírita ou Casa Espírita, difere muito dos outros templos, porque é uma casa com características muito peculiares.
            O Centro Espírita não é casa de Deus, no sentido de haver a necessidade de ali comparecermos para a oração e adoração a Deus. Podemos orar, servir e adorar a Deus em qualquer lugar, conforme ensinou Jesus quando disse que o que importa é adorar a Deus em espírito e em verdade, isso quer dizer que não há necessidade de irmos a um templo para nos encontrarmos com Deus.
            O Centro Espírita não é um templo destinado a solenidades ou ofícios religiosos, rituais ou liturgias, ou administração de sacramentos (tipo batizado, crisma, casamento, etc), uma vez que o Espiritismo, tendo vindo para reviver os ensinos e exemplos de Jesus, na sua pureza e simplicidade iniciais, não tem nenhuma dessas práticas.
            O Centro Espírita, pois, é uma casa onde aprendemos, através do estudo, a sentir a presença de Deus em todos os lugares.
            É uma verdadeira escola do Espírito, e também uma casa de trabalho com Jesus, onde se desenvolvem inúmeras tarefas, de natureza material e espiritual.
            O Centro Espírita é um posto de socorro para males físicos e espirituais, que propicia o auxílio a todos os espíritos: encarnados e desencarnados, através de, quando necessário, a água fluidificada, o passe e o trabalho de desobsessão (esse acontece sempre em reuniões específicas, chamadas de mediúnicas).
            O Centro Espírita que cumpre realmente suas finalidades é um posto avançado da espiritualidade maior na Terra. Por isso todos nós que participamos das atividades nele desenvolvidas devemos ter sempre em mente a responsabilidade que temos.
            O Centro Espírita, pois, é uma escola, onde não há mestres. Todos somos estudantes, todos somos alunos de Jesus. Os que sabem mais dividem com os outros, todos repartindo, uns com os outros, aquilo que sabemos, seja nas aulas de Educação Espírita Infanto-Juvenil, seja nas reuniões de estudos, ou em quaisquer grupos de estudos que existam nele.

(Adaptado de texto de aula da AME/JF)

Vocabulário
Abadia = Igreja paroquial que tinha um cura privativo
Basílica = Igreja principal
Mesquita = Templo Mulçumano
Pagode = Espécie de pavilhão que alguns povos asiáticos destinavam ao culto e adoração dos seus Deuses
Igreja = No sentido original , assembléia de pessoas, comício, assembléia dos cristãos em geral; no sentido moderno, edifício consagrado ao culto divino.
Peculiar = particular, privativo

sexta-feira, 19 de maio de 2017

ALLAN KARDEC


DR. BEZERRA DE MENEZES

O PASSE e A ÁGUA FLUIDIFICADA


 
Quais os tipos mais comuns de remédio que temos em casa ?
A maioria deles servem para aliviar ou curar a dor ou doença como: mercúrio, merthiolate, band-aid , esparadrapo, gaze, água oxigenada, algodão, termômetro, melhoral infantil, xarope, etc..
Todos já usaram remédios como estes daqui para ficarem curados? Para sarar?
Onde papai e mamãe compram esses remédios?
_ Ah! Na Farmácia.... Legal.. Vocês sabiam que aqui no Centro Espírita, tem um remédio muito bom para ajudar a curar machicados, febres, dores de barriga, tristeza, cara fechada, carinha emburrada, vontade de chorar à toa, cansaço que vocês não precisam comprar pois ele é de graça?
Vamos ver como é que é isto?
 
Este é o Carlão e ele é quem vai contar para vocês o nome deste remédio e os
nomes das pessoas que podem dá-lo para vocês.
 
_ Oi gente! Vocês querem ouvir a minha história?
 
_ Um dia né, quando tava lá na minha casa eu fiquei muito gripado, espirrando, tossindo, com febre. Aí minha mãe colocou um termômetro debaixo do meu braço e depois me deu remédio. Eu bebi tudo! Aí a febre passou... 
_ No Sábado(o dia da EEE de sua CE) e era o dia d'eu ir pra Escola Espírita. Quando eu tava indo pra lá eu não vi um buraco e cai de cara no chão. 
_ E você machucou?
 _ machuquei - responde Carlão - machuquei muito(com voz chorosa )
_ Deixa eu ver. Vou lhe ajudar!  
_ E agora , tá parando de doer?
            _ Um pouco . Agora eu já consigo andar!
 _ Daí eu fui pra escola e contei pra tia que tava tossindo, tive febre, fiquei doente. Então ela gosta muiiiiiiiiiiiito de mim e pra me ajudar me deu o remédio que as pessoas tem na escola: O PASSE. Agora eu vou receber o passe e vou fazer uma prece junto com a tia.
            Vamos  ajudar o Carlão  orando  junto .
            _ Será que ele melhorou?
 Carlão responde:
_ Melhorei, Estou bem bem melhor!
_ Que bom! Diz o Evangelizador abraçando o boneco.
 _ Viram só? Eu melhorei porque tomei o remédio lá em casa  e depois ganhei outro remédio aqui que me ajudou a ficar bom ainda mais depressa: O passe!
Viva! Agora posso brincar com vocês(O boneco dá um abraço em cada criança)
            Com Carlão no colo, o evangelizador explicará que ele estava doente , gripado, machucado e por isso precisou de remédios: em caso do melhoral , do curativo e ali do passe.
           
Além do passe, nós temos aqui no Centro um outro tipo de remédio que não é o passe. Vamos ver?
Com uma  jarra com água filtrada sobre a mesa e  faremos uma prece os Espíritos bondosos irão colocar remedinhos nela que irão ajudar a melhorar doenças, tristezas, etc..
 
Vamos tomar água fluidificada, ela não tem gosto de remédio e ajuda a melhorar quem estiver doente.
NEFA 2004

quinta-feira, 18 de maio de 2017

AMAR O PRÓXIMO



OBJETIVO: Formar na criança o impulso ao amor, a aplicar o amor em suas atitudes para com o próximo. Que devemos fazer ao próximo somente aquilo que gostaríamos que fizessem conosco. A importância do amor na sociedade, na família, em toda parte.

DESENVOLVIMENTO:
1º MOMENTO:  Incentivação inicial: Narrar a história do livro: “A galinha afetuosa”. 

2º MOMENTO:. Desenvolvimento no tema: 

 Devemos amar o próximo e a nós mesmos. O que é se amar?* É fazer sempre o melhor para si, sem prejudicar os outros; * É ter respeito consigo mesmo, não prejudicar seu corpo e seu espírito.
 O que é amar o próximo?* É procurar sempre fazer o melhor para ele, mesmo que ele não perceba nossas intenções; * É respeitá-lo, não tentando obrigá-lo a ser como a gente gostaria que ele fosse;* É esclarecê-lo em todos os assuntos que pudermos;* É também praticar a caridade moral e material, que são a expressão prática do amor;* É, em síntese, seguir o ensinamento do Cristo: Fazer aos outros exatamente o que gostaríamos que nos fizessem e não fazer aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem.
 A quem devemos amar, ou seja, quem é o nosso próximo? Todos, encarnados e desencarnados são nossos próximos e devemos amar e ajudar sempre que pudermos, sem olhar a quem.
Como gostar de uma pessoa muito diferente de nós e cheia de defeitos?* Percebendo que ela é filha de Deus como nós, portanto merece amor;* Refletindo que nós também somos cheios de defeitos e queremos que os outros gostem de nós;* Sabendo que os defeitos das pessoas não vão durar para sempre e que podemos, inclusive, ajudá-las a superá-los.
 Por que e para que devemos amar as pessoas?* Porque o amor é a manifestação de Deus em nossas vidas, é a prova de que ele existe; * Porque ele é o meio mais fácil e rápido para evoluirmos, já que evita que pratiquemos o mal; * Para termos uma vida mais alegre e fazermos felizes aqueles que recebem o nosso amor.
 O amor é só um, mas o sentimos e manifestamos de várias formas:* Amor maternal, paternal, filial, fraternal, romântico...

3º MOMENTO:  

ATIVIDADE DINÂMICA
Eu fiz para Você …

MATERIAL: lápis colorido ou canetas, cartolinas ou papel ofício recortados em formato de corações.
COMO APLICAR: Explicar ao grupo que a missão de cada um é escrever nos corações nomes de pessoas queridas, pessoas que eles deixariam morar em seus. Cada um poderá criar um slogan, um desenho, uma palavra que reflita o que aquela pessoa representa. Depois que cada criança apresentar quem ele convidaria a morar em seu coração, propor que guardemos os corações em uma caixinha e no final faremos uma prece aos amigos. O evangelizador depois de ouvir as crianças, entregará mais alguns corações e escrever nomes de pessoas que estão em hospitais, presídios, etc.
Este é um exercício de amor ao próximo através de nossas atitudes e do cuidado com o outro. Após a entrega, observar:
- como foi feito a tarefa? Com capricho ou com má vontade?
- a mensagem ou slogan é positivo??

PRECE FINAL


FORMAÇÃO FAMILIAR

quarta-feira, 10 de maio de 2017



Caros Evangelizadores, 

Fomos convocados a realizar uma obra específica no campo do bem, cujo Mestre e responsável maior pela sua execução coloca ao nosso alcance os recursos necessários, respeitando, porém, a nossa disposição de agir. São poucos, por hora, os que dispõem à ação. Mas já aprendemos com Jesus a lição do fermento que é capaz de levedar a massa toda! Sejamos o fermento pela força da nossa convicção e da nossa certeza na excelência da tarefa a que nos propomos. Outros se juntarão a nós, se dermos o exemplo da perseverança e da fidelidade aos princípios estabelecidos para este trabalho pelo Cristo de Deus. O nosso exemplo pode arrastar multidões pela força que lhe é intrínseca, pelos objetivos que norteiam a tarefa. Quem caminha rumo à espiritualização, com certeza não caminha só, como também, em boa companhia. Quem não desiste no meio do caminho, encoraja os que o acompanham a prosseguir, colaborando para que a caravana não se enfraqueça e siga unida, até o fim. Perseverar no trabalho anônimo e produtivo que não recebe os aplausos do mundo, porque não fica na evidência social, é dar testemunho de alta compreensão dos planos de Jesus, relativos à nossa melhoria espiritual. A tarefa de evangelização da criança e do jovem é um desses trabalhos. Plantar, na mente e nos sentimentos da nova geração, a semente de uma sociedade altruísta é investir no futuro, com apreciáveis possibilidades de êxito. Para tanto, necessita o evangelizador estar convencido da importância e do alcance do seu trabalho, condição sem a qual não terá forças suficientes para enfrentar os obstáculos de várias naturezas que comumente se antepõem às nobres realizações. Fortificado no seu ideal, poderá o evangelizador cumprir tarefa sócio espiritual de grande valia e arrastar, com seu exemplo, aqueles que, embora ainda indecisos, se inclinam a seguir um bom modelo.

(Cecília Rocha, Pelos Caminhos da Evangelização – FEB.)